Educação
Projeto de pintura à base de terra é apresentado na Semana de C&T
SNCT 2014
O Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (CDSA), da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), campus de Sumé (PB), levou para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) o projeto Geotinta.
A iniciativa desenvolve pinturas com tinta de terra e surgiu a partir da necessidade de se ter uma nova leitura sobre os solos, em função do avanço da degradação ambiental no mundo.
Estudantes ligados ao Laboratório de Solos (Lasol), ao Programa de Ações Sustentáveis para o Cariri (Pascar), ao Projeto Solo na Escola, da UFCG, e ao Espaço de Educação em Solos do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da UFCG, sob a coordenação da professora Adriana Meira, montaram um estande temático no Parque da Criança, em Campina Grande (PB), para apresentar os solos do Brasil, maquetes de práticas conservacionistas e artefatos feitos de terra, além da coleção de solos do Semiárido e das telas pintadas com tinta de terra – a geotinta.
No último Relatório de Atividades do Instituto Nacional do Semiárido (Insa/MCTI), Unidade de Pesquisa do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), publicado em 2013, foi evidenciada a necessidade de haver sensibilização da sociedade em relação à conservação dos solos, devido ao grande avanço da degradação desse recurso natural na região. O instituto é hoje um dos parceiros do projeto.
"O conservacionismo compreende as atividades de manutenção, preservação e de recuperação. A falta de conservação dos solos gera prejuízos para o agricultor, para a economia do estado e do país, com a queda na produtividade e da produção das lavouras, promovendo o avanço da degradação, o aumento do êxodo rural, a miséria social", disse a professora Adriana Meira.
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