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Ciência e Tecnologia

Inpe reformula site de Grupo de Eletricidade Atmosférica

Monitoramento

Elat acompanha a incidência de raios no país e alerta a população para diminuir os riscos causados pelo fenômeno
publicado: 03/12/2014 15h04 última modificação: 03/12/2014 15h04

O Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTI) acaba de reformular seu site, que traz novos layout e conteúdo.

O destaque é a nova ferramenta de busca da média anual de concentração de raios em cada cidade brasileira. Com isso, será possível fazer comparações entre municípios e entender como cada local é atingido por raios no Brasil.

O novo recurso pode auxiliar as pessoas a terem mais consciência dos riscos que o fenômeno apresenta, sobretudo aos moradores de cidades com grande concentração de descargas atmosféricas.

O projeto foi desenvolvido para tornar ainda mais acessíveis os dados sobre raios e tempestades tanto para pesquisadores e estudantes quanto para o público leigo que deseja obter mais informações sobre o tema.

Nova temporada

Com o objetivo de alertar a população sobre os riscos e diminuir o número de vítimas de raios no país, o Elat está divulgando novas informações que coincidem com o início da temporada de chuvas e raios no Brasil (de outubro a março).

Para a temporada 2014-2015, a previsão é a de que haverá aumento na incidência de raios nas regiões Sul, Nordeste e Norte. No Sul, a elevação no número de descargas deverá ocorrer especialmente no final do verão; já o Sudeste e o Centro-Oeste deverão receber raios em incidência levemente abaixo da média.

Até meados de novembro, houve 84 fatalidades por raios no Brasil. O número é levemente inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, com 88. As circunstâncias de mortes coincidem com as médias já encontradas pelo Elat, quais sejam: morreram mais pessoas durante atividades agropecuárias (29%) e dentro de casa (18%), o que indica um desconhecimento dos riscos durante tempestades. Há mais vítimas do sexo masculino (89%) e moradores de áreas rurais (56%).

Fonte:

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

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