Você está aqui: Página Inicial > Ciência e Tecnologia > 2014 > 12 > Nordeste e Centro-Oeste formam 32% da 4ª turma do Start-Up Brasil

Ciência e Tecnologia

Nordeste e Centro-Oeste formam 32% da 4ª turma do Start-Up Brasil

Inovações

Segunda chamada do programa selecionou 46 projetos nacionais e nove internacionais, que devem começar a ser acelerados em março
publicado: 05/12/2014 15h38 última modificação: 05/12/2014 15h38

O programa Start-Up Brasil divulgou nesta semana a lista de empresas selecionadas para participar do programa de aceleração. Das 46 empresas nacionais selecionadas, 11 são paulistas, 11 mineiras, quatro fluminenses, quatro pernambucanas, três gaúchas, duas baianas, duas cearenses, duas goianas, duas potiguares, uma alagoana, uma brasiliense, uma catarinense, uma paranaense e uma sul-mato-grossense.

Lançado em novembro de 2012, com quatro chamadas para startups já concluídas, o programa supera pela primeira vez a meta de destinar pelo menos 30% dos recursos para projetos do Centro-Oeste, Nordeste e Norte, percentual estabelecido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), origem dos aportes públicos. A lista atual possui 15 empresas das três regiões, ou seja, 32,6% do total dos projetos nacionais.

Segundo o chefe da Divisão de Inovação em Software e Serviços de Tecnologia da Informação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), José Henrique Dieguez, a qualidade e a quantidade de projetos apresentados pelas três regiões facilitou o alcance da meta. As 55 novatas foram selecionadas entre 621 empresas inscritas, sendo 518 brasileiras e 103 estrangeiras, de 22 unidades da federação e 23 países estrangeiros.

Dentre os nove projetos de fora do Brasil, apenas os Estados Unidos têm duas empresas na lista. Austrália, Canadá, México e Peru estreiam no programa nacional com um representante cada, ao lado de Argentina, Reino Unido e Uruguai, que já tiveram startups aceleradas pela ação do governo federal.

Fomento

Para receber os recursos, as empresas selecionadas têm, a partir da publicação no Diário Oficial da União, 60 dias para se associar a uma das 12 aceleradoras habilitadas pelo segundo ciclo do programa. "Se o empreendedor tiver maior qualificação e atender a todas as exigências, ele pode chegar a R$ 8 mil mensais", explica Dieguez. 

A Secretaria de Política de Informática do MCTI (Sepin) prevê que as 55 empresas da quarta turma comecem a ser aceleradas em março de 2015. O programa deve repetir o ciclo de 2013 e 2014, com o lançamento de duas chamadas para cerca de 50 startups cada, uma em cada semestre. O edital para qualificação de novas aceleradoras segue aberto até 31 de janeiro, com previsão de habilitar até 12 instituições."

O Start-Up Brasil é um programa do governo federal, criado pelo MCTI para agregar um conjunto de atores e instituições em favor do empreendedorismo de base tecnológica. As chamadas nacionais e internacionais ocorrem pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), respectivamente. A iniciativa integra o Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior).

Fonte:

Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Startup Brasil lança nova etapa para seleção de iniciativas inovadoras
Serão selecionados cerca de 50 projetos entre 2017 e 2018. Investimento total do governo federal é de R$ 10 milhões
Canais de TV por assinatura devem ter conteúdo nacional
Por lei, os canais devem destinar espaço para três horas e meia por semana, em horário nobre, para o conteúdo audiovisual de origem nacional
Brasil e Argentina firmam parceria em ciência
Acordo deve priorizar áreas de energia renovável, meio ambiente, agroindústria e bioeconomia
Serão selecionados cerca de 50 projetos entre 2017 e 2018. Investimento total do governo federal é de R$ 10 milhões
Startup Brasil lança nova etapa para seleção de iniciativas inovadoras
Por lei, os canais devem destinar espaço para três horas e meia por semana, em horário nobre, para o conteúdo audiovisual de origem nacional
Canais de TV por assinatura devem ter conteúdo nacional
Acordo deve priorizar áreas de energia renovável, meio ambiente, agroindústria e bioeconomia
Brasil e Argentina firmam parceria em ciência

Governo digital