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Ciência e Tecnologia

Governo aprova ajustes para fabricação de satélite geoestacionário

Comunicação

Artefato vai cobrir áreas isoladas com internet banda larga, além de proteger comunicações estratégicas do País
por Portal Brasil publicado: 15/01/2015 09h11 última modificação: 15/01/2015 09h11
Divulgação/FAB Satélite brasileiro terá 5,8 toneladas, posicionado a uma distância de 35.786 km da superfície da Terra

Satélite brasileiro terá 5,8 toneladas, posicionado a uma distância de 35.786 km da superfície da Terra

Com o objetivo é garantir a soberania nacional, tanto no controle do satélite como no controle das comunicações, o projeto do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicos (SGDC) será usado para prestação de serviços de telecomunicações para o Ministério da Defesa, para uso comercial pela Telebras e para o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL).

O SGDC levará conexão de alta velocidade as cidades mais remotas, aonde não chega a rede de fibra óptica da Telebras.

Estima-se que o satélite servirá para atender a mais de 2 mil cidades, em especial na Região Norte. O satélite vai também garantir a segurança das comunicações na área do pré-sal, a chamada Amazônia Azul.

Histórico

A construção do satélite brasileiro começou em janeiro de 2014 e será completada em meados de 2016, quando irá iniciar o embarque para o local de lançamento.

O satélite está sendo construído pela Thales Alenia Space, sob a supervisão da Visiona Tecnologia Espacial, joint-venture entre Embraer (51%) e Telebras (49%) criada inicialmente para conduzir o processo de busca e seleção de fornecedores, integração do Sistema SGDC – além de viabilizar e participar do processo de absorção da tecnologia.

O SGDC será lançado pela Ariane Space no terceiro trimestre de 2016 e ficará posicionado a uma distância de 35.786 km da superfície da Terra.

O artefato terá cinco transponders em banda X e 67 spot beams em banda Ka. Depois de orbitado e testado, o satélite entra em operação em janeiro de 2017.

Ele pesará cerca de 5,6 toneladas, terá vida útil superior a 15 anos e será operado do Centro de Controle (Cope), localizado em Brasília, pela Telebras, em conjunto com o Ministério da Defesa.

Fonte:
Telebras
Ministério das Cidades 

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