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Start-Up Brasil reúne empresas em encontro de apresentação

Empreendedorismo

Com o tema 'Welcome Aboard', dia foi dedicado a palestras de negócios, cultura empreendedora e divulgação de parceiros
por Portal Brasil publicado: 05/02/2015 16h33 última modificação: 05/02/2015 16h33

O programa Start-Up Brasil promoveu, nesta última terça-feira (3), mais um encontro 'Welcome Aboard', para apresentar o programa e os parceiros às 46 novas startups que integram a 'Turma 3', selecionada pela primeira rodada do edital 2014. 

É um dia dedicado às startups, com palestras de negócios, cultura empreendedora, apresentação de parceiros como IBM e SalesForce, além da presença de aproximadamente 50 mentores, que realizam mentorias em marketing, business, vendas, comunicação, entre outras.

"Acelerar uma nova turma é um muito importante para o programa. Temos o compromisso de fomentar empresas para incentivar o ecossistema empreendedor do País a se qualificar ainda mais e esse modelo tem se mostrado eficiente", avalia o gestor do programa, Felipe Matos.

"Buscamos trazer o melhor conteúdo possível às startups por meio de pessoas influentes e conhecedoras de negócios em empreendedorismo e inovação."

Perfil e modo de operação

O Start-Up Brasil funciona por meio de editais, sendo dois a cada ano: um para aceleradoras e outro para startups, com duas rodadas semestrais, ainda sem data para abrir este ano.

Nesta terceira rodada, a iniciativa federal apoiará 46 novas startups da Turma 3, sendo 38 nacionais e 8 internacionais.

O estado mais representado nessa edição foi São Paulo, com 15 empresas, seguido do Rio Grande do Sul (seis), Rio de Janeiro (quatro), Bahia e Pernambuco, com três startups cada, Paraíba e Santa Catarina (duas) e Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais com uma empresa cada. Em relação às startups internacionais, são duas dos Estados Unidos e uma empresa da Suíça, Argentina, Itália, Alemanha, Equador e Uruguai.

Participantes

As equipes são compostas em média por cinco pessoas, e os setores mais presentes são: Varejo e Transporte e Logística, com cinco startups cada um; Mídia e Comunicação e o de Saúde, com quatro empresas cada; Agronegócio, Arquitetura e Construção, Gestão Empresarial, Entretenimento, Eventos e Turismo, e Moda e Beleza, com três empresas cada.

Outros contemplados foram: Alimentos e Bebidas (dois), Educação (dois), Energia (dois), Aeroespacial (um), Finanças (um), Petróleo e Gás (um) e TI e Telecom (um).

Durante um ano, do começo de 2015 ao começo de 2016, a Turma 3 receberá as bolsas do programa Start-Up Brasil de acordo com o solicitado e aprovado no edital, além de trabalhar ao lado das aceleradoras qualificadas do programa para essa turma, quais sejam: 21212, Acelera Cimatec, Acelera MGTI, Aceleratech, Baita, Cesar Labs, Pipa, Start You Up, TechMall, Ventiur, Wayra e WOW.

Sobre o programa

O Start-Up Brasil, Programa Nacional de Aceleração de Startups, é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com gestão operacional da Softex em parceria com aceleradoras, que visa apoiar empresas nascentes de base tecnológica, as chamadas startups.

O programa tem, ainda, parcerias com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), para seleção de startups internacionais e espaço físico no Vale do Silício (Estados Unidos), e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), para seleção de startups nacionais.

Duração

O Start-Up Brasil funciona por edições, com duração de um ano, e realiza duas chamadas públicas, uma para qualificar e habilitar aceleradoras e outra para a seleção de projetos startups, com duas rodadas semestrais.

Durante o ano, as startups selecionadas participam de eventos, recebem acompanhamento e tem a possibilidade de participar do Demo Day nacional ou internacional promovido pelo programa.

O Start-Up Brasil integra o Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação TI (TI Maior), que, por sua vez, é uma das ações da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Encti), que elege as tecnologias de informação e comunicação (TICs) entre os programas prioritários para impulsionar a economia brasileira e tem importantes players do setor como parceiros do programa.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação 

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