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Ciência e Tecnologia

Marinha realiza 2° fase de pesquisas na foz do rio Doce

Análise

Materiais coletados na foz do rio Doce são provenientes do rompimento das barragens da empresa Samarco, no interior de Minas Gerais
publicado: 03/12/2015 16h00 última modificação: 19/01/2016 18h10
Divulgação/Agência Brasil Pesquisas auxiliarão nos levantamentos dos impactos oceanográficos na fauna e flora da foz do rio Doce

Pesquisas auxiliarão nos levantamentos dos impactos oceanográficos na fauna e flora da foz do rio Doce

A segunda fase de pesquisas e análises dos materiais coletados na foz do Rio Doce, em Linhares (ES), provenientes do rompimento das barragens da empresa Samarco, em novembro, na cidade de Mariana (MG) termina no próximo sábado (5). Após essa etapa, a equipe divulgará os resultados preliminares dos impactos dos rejeitos de minério no mar.

São 40 pesquisadores e cientistas e cerca de 400 militares envolvidos nos trabalhos, incluindo os 90 tripulantes. As amostras de água e sedimentos foram retiradas em profundidades de 10 e 20 metros. São medidos os parâmetros físicos da água, como temperatura e salinidade. 

As análises são realizadas nos três laboratórios do Navio de Pesquisa Hidroceanográfico Vital de Oliveira. A Marinha trabalha junto aos demais órgãos federais e estaduais que atuam no incidente. A ação conjunta é realizada a partir de um centro de operações instalado na Capitania dos Portos do Espírito Santo (CPES), em Vitória, sob a coordenação do 1º Distrito Naval.

A pesquisa foi dividida em duas etapas: de 26 a 30 de novembro e de 1º a 5 de dezembro. Ambas auxiliarão nos levantamentos dos impactos oceanográficos na fauna e flora da foz do rio Doce e áreas marítimas adjacentes.

Durante a primeira fase de trabalhos foram coletadas mais de 390 amostras de água e sedimentos em 21 estações oceanográficas de trabalho, distribuídas em uma área de 500 quilômetros quadrados. No total, foram coletados 350 litros de água e 65 quilos de sedimentos.

Fonte: 
Ministério da Defesa

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