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Pesquisadora brasileira reforça grupo internacional sobre biodiversidade

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Ima Vieira ingressa na equipe que vai elaborar o Primeiro Diagnóstico Brasileiro sobre Biodiversidade e Serviços Ambientais, esforço global para conhecer e preservar a fauna e a flora
por Portal Brasil publicado: 18/02/2016 17h51 última modificação: 02/03/2016 11h44
Foto: Ibram O museu participa do esforço global, ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), para reunir o conhecimento acadêmico acerca da fauna e da flora do planeta

O museu participa do esforço global, ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), para reunir o conhecimento acadêmico acerca da fauna e da flora do planeta

A pesquisadora Ima Vieira, do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCTI), especialista em estudos ecológicos sobre a Amazônia, é a nova integrante do grupo de trabalho nacional da Plataforma Intergovernamental sobre Serviços de Ecossistemas e da Biodiversidade (Ipbes, na sigla em inglês).

A iniciativa faz parte de um esforço global, ligado à Organização das Nações Unidas (ONU), para reunir o conhecimento acadêmico acerca da fauna e da flora do planeta a fim de orientar o processo de criação de políticas internacionais sobre o tema.

A principal missão do grupo é criar o primeiro Diagnóstico Brasileiro sobre Biodiversidade e Serviços Ambientais, um guia para decisões políticas no campo do meio ambiente.

A equipe brasileira do Ipbes, que Ima integra a partir deste mês, é formada por dezenas de pesquisadores de todo o Brasil. O documento vai oferecer uma análise sobre a variedade de espécies no Brasil e os serviços ecossistêmicos a ela associados, com lançamento previsto para 2018.

No Museu Goeldi, Ima Vieira foi diretora na gestão 2005-2009. É pesquisadora titular da instituição e coordena o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia, programa que desenvolve pesquisas e ações de educação e comunicação da ciência no chamado Arco do Desmatamento.

Também atua como docente dos cursos de mestrado e doutorado em Ciências Ambientais da Universidade Federal do Pará (UFPA) com o MPEG e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e do curso de mestrado em botânica da Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA).

Fonte: Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação

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