Cultura
Cidades criativas podem ter selo de reconhecimnto de políticas públicas
O Ministério da Cultura quer conceder um selo para as cidades que instituírem políticas públicas de desenvolvimento a partir de soluções baseadas na criatividade e na cultura local. O reconhecimento será lançado no segundo semestre deste ano e, até lá, a secretária da Economia Criativa do Minc, Cláudia Leitão, participa de uma série de encontros, em estados, sobre cidades criativas.
Nesta sexta-feira (25), ela estará no 7° Encontro de Prefeitos, Secretários e Gestores Municipais de Turismo do Espírito Santo (Expotur), em Vitória (ES). Na terça-feira (29), em Florianópolis (SC), participa do “Seminário Cultura como elemento transformador da sociedade”. Em ambos os eventos, falará sobre cidades criativas.
A proposta do Minc é conceder a chancela às cidades criativas em novembro – quando se comemora, no dia 17, o Dia da Criatividade. A secretária explica que cidades criativas são aquelas que potencializam políticas públicas, tendo a cultura como eixo de desenvolvimento e buscando soluções compartilhadas com a sociedade. O Minc está construindo a metodologia deste reconhecimento das cidades e de um prêmio a organizações não-governamentais (ONGs) e empreendedores criativos.
Segundo Cláudia Leitão, não adianta apenas a cidade ter, por exemplo, um calendário de eventos culturais, se não há qualidade de vida para a sua população. Por isso, uma das premissas da cidade criativa é a sustentabilidade. “Tem de ser criativa mais do que culturalmente, mas que tenha também soluções criativas para os seus problemas”, afirma.
A secretária explica que as cidades chanceladas pelo Minc receberão apoio do governo federal para que fixem naquele território empreendimentos criativos. Uma das propostas do ministério é a criação dos Agentes de Desenvolvimento, que darão assessoria às cidades criativas. Eles serão os responsáveis por levar o trabalho já desenvolvido nos Criativas Birôs – escritórios de apoio a empreendedores, criados a partir de parceria com os governos estaduais e instalados nas capitais – aos profissionais e empreendedores criativos.
Fonte:
Ministério da Cultura
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