Cultura
Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anuncia vencedores
Premiação
Foram anunciados, nessa terça-feira (23), os vencedores das mostras competitivas da 47ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A cerimônia de encerramento aconteceu no Cine Brasília, após a exibição da cópia restaurada de “Cabra marcado para morrer” (1984), de Eduardo Coutinho, morto em fevereiro deste ano.
Ao todo, seis longas e 12 curtas-metragens concorreram ao Troféu Candango e a prêmios em dinheiro que, somados, totalizam R$ 625 mil. Os filmes foram avaliados por dois júris distintos, formados por profissionais do setor audiovisual. Além do Troféu Candango, também foram outorgados outros prêmios, como o Troféu Câmara Legislativa - entregue aos vencedores da Mostra Brasília - e prêmios concedidos por parceiros do festival.
“Branco sai. Preto fica”, de Adirley Queirós, leva 11 prêmios
O vencedor na categoria “Melhor Filme” da Mostra Competitiva de Longas, segundo o júri oficial, foi “Branco sai. Preto fica”, longa-metragem de Adirley Queirós. Em acordo prévio entre os diretores e equipes dos seis longas em competição, o prêmio de Melhor Filme, no valor de R$ 250 mil, foi dividido igualmente por todos.
“Branco sai. Preto fica” também ganhou os prêmios de Melhor Direção de Arte e Melhor Ator (Marquim do Tropa) do júri oficial; o Troféu Câmara Legislativa do DF – Mostra Brasília nas categorias Melhor longa-metragem, Melhor ator, Edição de som, Captação de som direto e Melhor montagem; e os prêmios Exibição TV Brasil, Saruê e Prêmio ABRACCINE de Melhor Longa-metragem.
O prêmio de Melhor direção foi para Marcelo Pedroso, por “Brasil S/A”, que também recebeu os prêmios do júri oficial de Melhor Roteiro, Melhor Trilha Sonora, Melhor Som e Melhor Montagem.
Já na escolha do público, o prêmio de Melhor Filme da Competição de Longas foi para o documentário “Sem pena”, de Eugenio Puppo, cuja estreia nos cinemas está prevista para o mês de outubro.
O documentário "Zirig Dum Brasília - a arte e o sonho de Renato Matos", de André Luiz Oliveira, também teve destaque no festival: foi contemplado com o Troféu Câmara Legislativa do DF nas categorias Melhor Direção, Trilha Sonora, Melhor Longa-metragem pelo Júri Popular; e com os prêmios Conterrâneos e Marco Antônio Guimarães.
Curtas-metragens também têm destaque
Para o júri oficial da Competição de Curtas-metragens, “Sem coração”, de Nara Normande e Tião, mereceu os Candangos de Melhor filme e Melhor Direção. Na opinião do público do festival e para os jurados do Troféu Câmara Legislativa do DF, o melhor curta da mostra foi “Crônicas de uma cidade inventada”, de Luísa Caetano, também vencedor do prêmio Vagalume.
Confira abaixo a lista completa dos premiados:
Mostra Competitiva de Filmes de Longa-Metragem
Melhor filme – “Branco sai. Preto fica”, de Adirley Queirós
Melhor filme pelo júri popular – “Sem pena”, de Eugenio Puppo
Melhor direção - Marcelo Pedroso, por “Brasil S/A”
Melhor ator – Marquim do Tropa, por “Branco sai. Preto fica”
Melhor atriz – Dandara de Morais, por “Ventos de agosto”
Melhor ator coadjuvante – Renato Novais de Oliveira, por “Ela volta na quinta”
Melhor atriz coadjuvante – Élida Silpe, por “Ela volta na quinta”
Melhor roteiro – Marcelo Pedroso, por “Brasil S/A”
Melhor fotografia – Gabriel Mascaro, por “Ventos de agosto”
Melhor direção de arte – Denise Vieira, por “Branco sai. Preto fica”
Melhor trilha sonora – Mateus Alves, por “Brasil S/A”
Melhor som – Pablo Lamar, por “Brasil S/A”
Melhor montagem – Daniel Bandeira, por “Brasil S/A”
Mostra Competitiva de Filmes de Curta-Metragem
Melhor filme – “Sem coração”, de Nara Normande e Tião
Melhor filme pelo júri popular – "Crônicas de uma cidade inventada", de Luísa Caetano
Melhor direção - Nara Normande e Tião, por "Sem coração"
Melhor ator - Zé Dias, por "Geru"
Troféu Câmara Legislativa do DF - Mostra Brasília
Melhor longa-metragem – “Branco sai. Preto fica”, de Adirley Queirós
Melhor curta-metragem – “Crônicas de uma cidade inventada”, de Luísa Caetano
Melhor direção – André Luiz Oliveira, por “Zirig Dum Brasília – A Arte e o Sonho de Renato
Matos”
Melhor ator – Marquim do Tropa, por “Branco sai. Preto fica”
Melhor atriz – Klarah Lobato, por “Querido Capricórnio”
Melhor roteiro – Fáuston da Silva, por “Ácido Acético”
Melhor fotografia – Dani Azul, por “Meio Fio”
Melhor montagem – Guille Martins, por “Branco sai. Preto fica”
Melhor direção de arte – Luiz Fernando Skopein, por “À Mão Armada”
Melhor edição de som – Guille Martins e Camila Machado, por “Branco sai. Preto fica”
Melhor captação de som direto – Francisco Craesmeyer, por “Branco sai. Preto fica”
Melhor trilha sonora – Renato Matos, por “Zirig Dum Brasília – A Arte e o Sonho de Renato Matos”
Melhor longa-metragem pelo júri popular -“Zirig Dum Brasília – A Arte e o Sonho de Renato Matos, de André Luiz Oliveira”
Melhor curta-metragem pelo júri popular – “Ácido Acético”, de Fáuston da Silva
PRÊMIO MARCO ANTÔNIO GUIMARÃES: “Zirig Dum Brasília – A Arte e o Sonho de Renato Matos”, de André Luiz Oliveira
PRÊMIO CANAL BRASIL: “Sem coração”, de Nara Normande e Tião
PRÊMIO EXIBIÇÃO TV BRASIL: “Branco sai. Preto fica”, de Adirley Queirós
PRÊMIO ABRACCINE
Melhor filme de curta-metragem: “Estátua!”, de Gabriela Amaral Almeida
Melhor filme de longa-metragem: “Branco sai. Preto fica”, de Adirley Queirós
PRÊMIO SARUÊ: “Branco sai. Preto fica”, de Adirley Queirós
PRÊMIO VAGALUME
Melhor filme de curta-metragem: “Crônicas de uma cidade inventada”, de Luísa Caetano
Melhor filme de longa-metragem: “Ventos de agosto”, de Gabriel Mascaro
PRÊMIO CONTERRÂNEOS: “Zirig Dum Brasília” – A Arte e o Sonho de Renato Matos, de André Luiz Oliveira
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