Cultura
Documentário brasileiro recebe Prêmio Felix no Festival do Rio
Cinema
O documentário brasileiro “De gravata e unha vermelha”, de Miriam Chnaiderman, levou para casa o Prêmio Felix, concedido aos melhores filmes com temática LGBT, na categoria Melhor Documentário, no Festival do Rio.
O documentário apresenta uma série de entrevistas para tentar desconstruir a distinção dos gêneros masculino e feminino. A narrativa é conduzida pelo estilista Dudu Bertholini e conta com as participações da cartunista Laerte, da atriz Rogéria e do cantor Ney Matogrosso, entre outros.
Também foram agraciados com o troféu criado pelo artista plástico Rodrigo Cardoso o longa-metragem grego “Xenia”, de Panos H. Koutras, que recebeu o prêmio de melhor ficção, entregue pelo ator Mateus Solano, e o longa australiano “Toda terça-feira”, de Sophie Hyde, laureado com o Prêmio Especial do Júri.
Prêmio Felix
Dos 350 filmes selecionados para o evento, 43 concorreram à primeira edição do prêmio, cujo logotipo foi criado pelo designer Cristiano Terto. O júri foi presidido por Wieland Speck, diretor da seção Panorama do Festival de Cinema de Berlim e cocriador do Prêmio Teddy – que, nesta última edição do festival alemão, foi concedido ao brasileiro “Hoje eu quero voltar sozinho”, de Daniel Ribeiro.
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