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Cultura

Miscigenação cultural influencia música e dança no Maranhão

Identidade cultural

Difícil não passar pelo estado sem arriscar uns passinhos de reggae, aderir ao balanço do bumba-meu-boi ou mesmo resistir ao batuque do tambor de crioula
por Portal Brasil publicado: 14/11/2014 17h26 última modificação: 14/11/2014 17h26

Clima caloroso e paisagens litorâneas fazem do Maranhão um destino de sol, praia e muito charme. Mas um dos elementos mais envolventes da cultura do estado é humano.

A miscigenação cultural que marcou a colonização da região está expressa também na diversidade de sons, ritmos e danças típicas maranhenses.

Apesar de ter sido fundada por franceses, a capital São Luís foi colonizada e erguida por portugueses. Ocupada inicialmente por índios tupinambás, a capital recebeu o quarto maior contingente de escravos vindos da África. Foi esta mistura de raças que deu origem ao povo ludovicense.

Difícil não passar pelo estado sem arriscar uns passinhos de reggae, aderir ao balanço do bumba-meu-boi ou mesmo resistir ao batuque do tambor de crioula.

Por isso, para você que já conhece ou pretende visitar o estado, listamos algumas das principais manifestações para ficar por dentro e fazer bonito no balanço.

Reggae

Originário da confluência de ritmos africanos e caribenhos, é um ritmo que se popularizou na periferia de São Luís, mas já conquistou o estado. O ritmo é ideal para dançar a dois com passos que lembram merengue, bolero e forró.

Tambor de Crioula

A dança folclórica de origem africana é um rito de louvor a São Benedito. Os movimentos são alegres e livres, na cadência de tambores rústicos. Pode ser realizada em qualquer data do ano, mas, preferencialmente, em lugares ao ar livre.

Cacuriá

Outra dança típica do estado, surgiu como parte das festividades do Divino Espírito Santo, tradição junina. Em pares e formação circular, é realizada ao ritmo de instrumentos de percussão, as caixas do Divino.

Dança do Coco

Originária do canto dos trabalhadores nos babaçuais, é uma dança de roda, com acompanhamento de pandeiros, ganzás, cuícas e das palmas dos que formam a roda. O ritmo é simples e tem como indumentárias pequenos instrumentos simbolizando as ferramentas de trabalho.

Agora é escolher o ritmo e dançar muito.

Fonte:

Blog do Turismo

Agência Brasil

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