Cultura
Funarte (MG) realiza 41ª Campanha de Popularização do Teatro e da Dança
Espetáculos
Até 8 de março, a Funarte (MG) vai receber alguns dos espetáculos da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança, promovida pelo Sindicato dos Produtores de Artes Cênicas de Minas Gerais (Sinparc). Ao todo, 161 espetáculos, com ingressos entre R$ 5 e R$ 15 reais serão apresentados na capital mineira, Juiz de Fora e, pela primeira vez, em Itabirito e Betim.
Em 2014, a Campanha levou quase 390 mil espectadores às diversas apresentações nos palcos, nas ruas e nas praças, entre peças para o público adulto e infantil. Na 41ª edição, a expectativa é que esse número ultrapasse 400 mil pessoas.
A Campanha de Popularização conta, ainda, com projetos especiais, como o Projeto Troca, que possui espetáculos de linguagens diversas e que, ao final, realizam um debate com trocas de informações.
Confira abaixo a programação na Funarte MG
A Erudita (musical)
De 8 a 25 de janeiro
Quinta a sábado, às 21h; domingo, às 19h
Classificação: 12 anos
Duração: 50 minutos
Ingressos: R$ 10 (postos do Sinparc)
A Erudita – uma soprano, uma pianista e uma pitada de ironia. A Erudita é uma cantora lírica que tenta se libertar das duras tradições da música erudita ao se deparar com a impossibilidade de não movimentar-se ao cantar.
Cantando, a soprano descobre as mais diversas possibilidades de interpretação de sete canções de compositores de diferentes estilos (entre Mozart, Debussy e Piazolla), relacionando-se com o espaço, com a pianista e com a plateia. Juntando o rigor do canto lírico à liberdade poética do teatro, o espetáculo propõe, ao expor a figura de uma soprano cheia de conflitos, desmistificar a figura do músico, rompendo o estereótipo da cantora de ópera.
Espetáculo participante do projeto Troca
Talvez eu me despeça
De 15 a 25 de janeiro
Quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h
Ingressos: R$ 5 (nos postos Sinparc)
Classificação: 12 anos
Duração: 50 minutos
São cinco e meia da manhã. Desmaio na cama. Meia hora depois, meu telefone começa a tocar sem parar. Quando acordo, há várias ligações não atendidas e um susto no peito. Dois anos depois daquela madrugada, volto à cena para lembrar uma amiga que não pôde se despedir.
Site: www.afeta.com.br
Parada do Trem
De 29 de janeiro a 8 de março (exceto 12 e 15 de fev)
Quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h
Ingressos: R$ 10 (nos postos Sinparc)
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Parada do Trem, novo espetáculo do Grupo de Teatro Olho Nu, fala, de forma irônica, crítica e bem humorada, da extinção do trem de passageiros no Brasil. Com todas as conotações que cabem ao nome, o espetáculo evita um discurso apenas saudosista e dialoga com a realidade de cada local onde é apresentado, discutindo a histórica opção do Brasil pelo transporte rodoviário.
Relatório para uma Academia
De 29 de janeiro a 15 de fevereiro
Quinta a sábado, às 21h; domingo, às 20h
Ingressos: R$ 10 (nos postos Sinparc)
Classificação: 14 anos
Duração: 50 minutos
Um ex-macaco é convidado por ilustres senhores de uma Academia para relatar o incrível processo de transformação pelo qual passou, ao longo de cinco anos, até se tornar um ser humano. Entre o zoológico e o Teatro de Variedades, ele opta pelo segundo caminho, tornando-se um bem sucedido artista do palco.
Sombras – Toda vaca tem nome próprio
De 5 de fevereiro a 8 de março
Quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h
Ingressos: R$ 10 (nos postos Sinparc)
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos
A quase nada estamos imunes nesta vida. O que você faria se as sombras do passado refletissem suas atitudes no presente? Duas mulheres, um homem e um acerto de contas entre eles. Assim é o espetáculo Sombras – toda vaca tem nome próprio, um drama latino do renomado dramaturgo e diretor argentino Hector Oliboni, que marca a estreia da Cia. Dupla nos palcos de Minas e do Brasil.
O Urro
De 19 de fevereiro a 8 de março
Quinta a sábado, às 21h; domingo, às 20h
Ingressos: R$ 10 (nos postos Sinparc)
Classificação: 14 anos
Duração: 50 minutos
A montagem, que incorpora múltiplas linguagens, constrói sua narrativa conectando o texto, a música, o H.Q., a animação e o vídeo à performance cênica. A articulação de todos esses elementos confere um caráter de ineditismo e de experimentação ao espetáculo. Mas para além do humor, do lúdico e do poético, o espetáculo busca compartilhar uma reflexão sobre o urbano e os valores da sociedade contemporânea.
Fonte:
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