Cultura
Festival do Rio anuncia os vencedores da edição 2015
Sétima Arte
O filme Boi neon foi o grande vencedor da edição 2015 do Festival do Rio. A produção pernambucana, dirigida por Gabriel Mascaro, foi premiada como melhor longa-metragem de ficção, melhor roteiro, melhor direção de fotografia e melhor atriz coadjuvante, para atriz mirim Alyne Santana.
Boi neon é ambientado no universo do agronegócio e conta a história de um vaqueiro que deseja ser estilista. Na edição 2015 do Festival de Veneza, o filme foi agraciado com o prêmio especial do júri da mostra Horizontes.
A cerimônia de premiação do Festival do Rio foi realizada na noite de terça-feira (13). Desde 1° de outubro, o evento exibiu mais de 250 filmes, entre produções recentes brasileiras e estrangeiras.
O troféu Redentor para melhor direção em longa-metragem foi dividido por dois estreantes: Anita Rocha da Silveira, por Mate-me, por favor, e Ives Rosenfeld, por Aspirantes.
Na categoria documentário, o prêmio de melhor filme foi para Olmo e a gaivota, de Petra Costa e Lea Glob. A melhor direção em documentário foi para Maria Augusta Ramos, de Futuro junho.
O prêmio especial do júri ficou para o veterano Ruy Guerra, pelo filme Quase Memória (baseado no livro do mesmo nome do escritor Carlos Heitor Cony).
Pele de pássaro, de Clara Peltier, ficou com o prêmio de melhor curta-metragem na competição oficial. Outubro acabou, de Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes, levou o prêmio na mostra Novos Rumos.
O voto do júri popular, dado pelos espectadores das sessões da Première Brasil, elegeu Nise – O coração da loucura, de Roberto Berliner (ficção), Betinho – A esperança equilibrista, de Victor Lopes (documentário), e Até a China, de Marão (curta).
Confira os vencedores:
Première Brasil
Melhor longa-metragem de ficção: Boi neon, de Gabriel Mascaro
Melhor longa-metragem documentário: Olmo e a gaivota, de Petra Costa
Melhor curta-metragem: Pele de pássaro, de Clara Peltier
Melhor diretor de ficção: Ives Rosenfeld (Aspirantes) + Anita Rocha da Silveira (Mate-me, por favor)
Melhor diretor de documentário: Maria Augusta Ramos (Futuro junho)
Melhor atriz: Valentina Herszage (Mate-me, por favor)
Melhor ator: Ariclenes Barroso (Aspirantes)
Melhor atriz coadjuvante: Julia Bernat (Aspirantes) e Alyne Santana (Boi neon)
Melhor ator coadjuvante: Caio Horowicz (Califórnia)
Melhor fotografia: Diego Garcia (Boi neon)
Melhor montagem: Sérgio Mekler (Campo Grande)
Melhor roteiro: Gabriel Mascaro (Boi neon)
Prêmio especial do júri: Quase memória, de Ruy Guerra
Novos rumos
Melhor filme: Beira-mar, de Filipe Matzembacher, Marcio Reolon
Melhor curta: Outubro acabou, de Karen Akerman, Miguel Seabra Lopes
Prêmio especial do júri: Jonas, de Lô Politi
Prêmio Fipresci
Melhor longa latino-americano: Te prometo anarquia, de Julio Hernández Cordón
Júri voto popular:
Melhor longa ficção: Nise – O coração da loucura, de Roberto Berliner
Melhor longa documentário: Betinho – A esperança equilibrista, de Victor Lopes
Melhor curta: Até a China, de Marão
Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil e do Festival do Rio
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