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Cultura

Documentário brasileiro é premiado em Cannes

Premiação

Produção audiovisual traz imagens da tradição de origem quilombola
por Portal Brasil publicado: 24/04/2017 16h56 última modificação: 24/04/2017 17h04
Divulgação/MinC A produção do audiovisual, que contou com R$ 99 mil do MinC, é trabalho do cineasta André dos Santos

A produção do audiovisual, que contou com R$ 99 mil do MinC, é trabalho do cineasta André dos Santos

O filme Samba de Cacete  Alvorada Quilombola foi escolhido como melhor documentário de curta-metragem no Festival Internacional Du Film Pan Africain, paralelo à premiação francesa de Cannes. 

O projeto foi realizado a partir do edital Curta Afirmativo, promovido pelo Ministério da Cultura em 2014, por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv) e da Fundação Cultural Palmares.  

O filme traz imagens da tradição de origem quilombola, bem como dos batuques do tambor que aliviam a lida cotidiana dos negros na Amazônia. A produção contou com apoio de R$ 99 mil do MinC.

O cineasta André dos Santos, a partir de uma pesquisa arqueológica, conheceu a tradição do samba de cacete e decidiu filmar a comunidade quilombola chamada de Igarapé Preto, no município de Oeiras do Pará. 

O samba de cacete tem esse nome devido aos instrumentos utilizados para tocar os tambores, dois paus – chamados de cacetes. A dança assemelha-se ao carimbó, porém com passos volteados e mais suaves. 

Produções nacionais

O curta-metragem Nada, realizado pela edição de 2012 do mesmo edital, também esteve em Cannes. A produção foi selecionada para a Quinzena dos Realizadores de 2017, tradicional evento paralelo organizado pelo Sindicato dos Diretores da França. 

A produção do diretor mineiro, Gabriel Martins, foi aprovada pelo MinC em 2012 para receber R$ 91 mil. A produção traz no elenco MC Clara Lima, rapper em ascensão na cena brasileira e finalista no Duelo de MCs Nacional em 2016. 

O reconhecimento das produções nacionais viabilizadas com apoio de políticas públicas do MinC foi ressaltado pela secretária do Audiovisual, Mariana Ribas. "Nossa política foi a de descentralizar investimentos e buscar revitalizar as cadeias produtivas regionais por meio do protagonismo de novos talentos", destacou.   

Fonte: Portal Brasil, com informações do MinC

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