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Cultura

A tradicional festa que cobre de branco as ruas de Salvador

Confira imagens da Lavagem do Bonfim, que ocorre desde 1745 e é exemplo da beleza do sincretismo religioso na Bahia
publicado: 12/01/2018 15h45 última modificação: 12/01/2018 15h59

A última quinta-feira (11) foi dia de festa em Salvador. Milhares de fiéis se reuniram para aquela que é considerada a maior celebração de sincretismo religioso da Bahia, a Lavagem do Bomfim. Pela tradição, na segunda quinta-feira de cada ano novo, uma procissão percorre os 8 km desde a Igreja da Conceição da Praia até a Igreja de Nosso Senhor do Bonfim.

O mar de vestes brancas que cobre as ruas da cidade representa Oxalá, o deus Yorubá sincretizado como Senhor do Bonfim. Quando chegam ao destino, as baianas vestidas com turbantes, saias engomadas, braceletes e colares, que comandam a procissão, lavam com água de cheiro o adro da Basílica. Um pouco mais à frente, pais de santo dão banhos de pipoca e de folhas nos fiéis em frente à escadaria da Basílica.

A tradicional festa que cobre de branco as ruas de Salvador

A cortina de fitinhas do Bonfim, amarrada pelos fiéis no gradil da igreja, é uma das marcas da festa. De acordo com a prefeitura de Salvador, pela tradição, cada uma mede 47 cm, comprimento do braço da estátua de Jesus Cristo, Senhor do Bonfim.

A cor branca, que domina o cenário da cidade, representa Oxalá, o deus Yorubá sincretizado como Senhor do Bomfim. 

Baianas vestidas com turbantes, saias engomadas, braceletes e colares lideram a procissão até a igreja de Nosso Senhor do Bonfim e lavam o adro da basílica com água de cheiro


Fonte: Governo do Brasil, com informações da Prefeitura de Salvador, do Governo da Bahia, do Iphan e do Ministério do Turismo

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