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Defesa e Segurança

Pesquisa mostra que 52,8% dos brasileiros sentiam-se seguros na cidade que moravam em 2009

por Portal Brasil publicado: 15/12/2010 16h38 última modificação: 15/12/2010 16h40

Em 2009, 78,6% das pessoas de 10 anos ou mais de idade se sentiam seguras no domicílio em que residiam 67,1% no bairro e 52,8% na cidade. Os homens declararam sentirem-se mais seguros do que as mulheres em todos os locais.

As informações estão disponíveis no suplemento “Características da Vitimização e do Acesso à Justiça no Brasil” da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009, divulgado nesta quarta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

A sensação de segurança no domicílio teve proporções maiores na população com maior rendimento mensal domiciliar per capita, 82,8% para cinco ou mais salários mínimos contra 77,8% para menos de 1/4 de salário mínimo. A Região Norte teve os menores percentuais de pessoas que declararam se sentirem seguras, no domicílio 71,6%, no bairro 59,8% e na cidade 48,2%.

Os moradores da área rural declararam maior sensação de segurança em comparação com os da área urbana, na cidade de residência, rural 69,3%, urbana 49,7%, no bairro rural 80,4%, urbana 64,7% e no domicílio rural 84,5%, urbana 77,5%. 

Cerca de 60% dos domicílios tinham algum dispositivo de segurança. Esse percentual foi bem maior para os apartamentos (90,3%) do que para as casas (55,9%) e o mesmo ocorreu na área urbana (64,9%) em relação a rural (28,5%). A grade na janela ou porta foi o dispositivo mais usado (35,7% dos domicílios), com destaque para o Centro-Oeste (40,5%). A grade predominava nas casas (35,6%), enquanto os dispositivos na porta (olho mágico, corrente ou interfone) estavam em 73,9% dos apartamentos.

O crime de furto ou roubo atingiu 7,3% da população de 10 anos ou mais e 1,6% sofreu agressão física. As vítimas de tentativa de roubo ou furto passaram de 1,6% em 1988 para 5,4% em 2009. Das pessoas maiores de 18 anos, 9,4% estiveram envolvidas em situações de conflito, com maiores percentuais nas áreas trabalhista (23,3%), de família (22,0%) e criminal (12,6%). 

A pesquisa abrangeu, na área de vitimização, o período de 27 de setembro de 2008 a 26 de setembro de 2009, referindo-se a pessoas com 10 anos ou mais de idade. Já a análise de acesso à Justiça, elaborada em convênio com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), investigou as características da situação de conflito considerada mais grave pelos envolvidos, entre pessoas de 18 anos ou mais, nos cinco anos anteriores à coleta dos dados.

 

Fonte:
IBGE

 

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