Defesa e Segurança
Defesa Civil Nacional terá escritórios em cinco regiões brasileiras
A Secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), do Ministério da Integração Nacional, vai instalar cinco escritórios de apoio nas regiões do País. A medida foi anunciada pelo secretário Humberto Viana, nessa quarta-feira (13),durante o encerramento do Primeiro Seminário Internacional sobre Gestão Integrada de Risco e Desastre, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, com apoio do Banco Mundial.
Segundo o secretário, outros pontos que podem dar mais eficiência às ações da defesa civil são o aprofundamento na formação de grupos de voluntariados; definições mais claras nas responsabilidades entre governos municipais, estaduais e federa e a criação da carreira de defesa civil.
Outras medidas importantes, apontou ele, seriam a inclusão da disciplina de defesa civil no ensino fundamental, a criação do novo Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) e a realização de operações simuladas para treinamento dos agentes.
Falando para uma platéia de cerca de mil pessoas, na maioria profissionais de defesa civil de todo o País, Humberto Viana afirmou ter consciência das “resistências que iremos enfrentar para levar adiante as mudanças que estamos propondo, mas é preciso compreender o papel de cada de um nós. Eu estou aqui para comandar o meu time, e o meu time é o da Defesa Civil Nacional”.
Medidas para evitar desastres naturais
O secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia, Carlos Afonso Nobre, falou do Sistema Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais que deverá entrar em funcionamento no mês de novembro, antes, portanto das próximas chuvas de verão.
O Protocolo Mínimo de Proteção às Crianças e Adolescentes em Situação de Risco e atingidas por desastres,, em fase final de elaboração na Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e Adolescente também foi apontado como uma ferramenta útil para a Defesa Civil. “Quando este protocolo estiver pronto e publicado, o que está previsto para quatro de maio próximo, ele deverá servir como um guia de trabalho para a defesa civil nos locais de acolhimento de desabrigados pelos desastres”, afirmou a titular da pasta, Carmen Silveira.
Segundo ela há direitos importantes que precisam ser assegurados às crianças e adolescentes, como convivência familiar e comunitária, assistência à saúde, atividades lúdico-pedagógicas, acompanhamento psicológico, entre outros.
A Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais (CPRM) apresentou estudos e mapas da atual ocupação e uso do território no País, revelando os locais mais propensos à ocorrência de deslizamentos e outros acidentes geológicos.
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