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Defesa e Segurança

Junta Interamericana de Defesa tem novo representante brasileiro

por Portal Brasil publicado: 23/03/2012 12h01 última modificação: 28/07/2014 16h31

O contra-almirante Alexandre Araújo Mota é o novo representante brasileiro na Junta Interamericana de Defesa (JID) em Washington (EUA). A substituição, publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira (22), se dá a cada dois anos, de acordo com um rodízio entre as Forças Armadas e está prevista no Decreto nº 5013, de 11 de março de 2004. 

O almirante Araújo Mota ocupará a função a partir de 20 de junho. Atualmente, o cargo é exercido pelo general-de-divisão Racine Bezerra Lima Filho. A Representação Permanente do Brasil na Junta Interamericana de Defesa (RBJID) está diretamente subordinada ao Ministério da Defesa e é responsável por coordenar a participação brasileira no Conselho de Delegados da JID, no seu estado-maior e no Colégio Interamericano de Defesa (CID). 

Dentre as suas competências, está o assessoramento da RBJID junto à Organização dos Estados Americanos (OEA), em assuntos de caráter técnico-militar e o apoio dos militares e civis brasileiros no exercício de cargos ou funções em órgãos da junta. 

 

Criação

A ideia de criação da JID surgiu em 1942, durante a Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de estudar e sugerir medidas em caráter emergencial, necessárias para a defesa do continente. Essas alternativas foram recomendadas pelos então ministros das Relações Exteriores dos países americanos, que, na ocasião, participavam da Terceira Reunião de Consulta, realizada na cidade do Rio de Janeiro (RJ). 

Depois desses entendimentos, 35 países firmaram o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (Tiar), também conhecido como Tratado do Rio de Janeiro. Posteriormente, Cuba deixou a organização. A JID evoluiu a partir dos entendimentos político-diplomáticos, com destaque para a Organização das Nações Unidas (ONU) e a OEA. Nesses 70 anos de existência da junta, o Brasil vem se fazendo presente nas áreas de política, estratégia e doutrina militar. 

Hoje, os seguintes países atuam no órgão: Antíqua e Barbuda, Argentina, Bahamas, Barbados, Belize, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Dominica, El Salvador, Equador, Estados Unidos, Grenada, Guatemala, Guiana, Haiti, Honduras, Jamaica, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Saint Kitts e Nevis, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, Suriname, Trinidad e Tobago, Uruguai e Venezuela.

 

Fonte:
Ministério da Defesa

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