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Defesa e Segurança

Estudantes de jornalismo conhecem trabalho das Forças Armadas na Amazônia

Intercâmbio

Durante quatro dias os alunos vão conhecer os principais pontos estratégicos das Forças Armadas no local
por Portal Brasil publicado: 21/10/2013 15h15 última modificação: 30/07/2014 00h39

Conhecer a realidade Amazônica e o trabalho desenvolvido pelas Forças Armadas na região. Esses são os objetivos de 17 estudantes de jornalismo de 10 faculdades que integram o Projeto Repórter do Futuro, da OBORÉ, entidade que atua com comunicação popular. O grupo permanece até sexta-feira (25) em Manaus.

Durante quatro dias os alunos vão conhecer os principais pontos estratégicos das Forças Armadas na Amazônia, como o Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), o Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), a Base Aérea de Manaus, e o 9° Distrito Naval. Os futuros jornalistas também vão se deslocar para o município de Iauaretê (AM) para saber um pouco mais sobre o trabalho da Comissão de Aeroportos da Região Amazônia (COMARA) e dos militares do 5° Pelotão Especial de Fronteira do Exército Brasileiro.

Promovida pelo Centro de Comunicação Social do Exército (CECOMSEX), Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) e OBORÉ, a viagem também faz parte do Projeto Formadores de Opinião, do Exército Brasileiro.

“Nós percebemos que a formação dos estudantes nas universidades não contempla a prática jornalística. Então, o Projeto Repórter do Futuro veio para complementar as atividades desses alunos nas faculdades. Esta é a 7° Edição da Viagem de Estudos e Reportagens e certamente esse conhecimento adquirido aqui vai torná-los mais preparados para o mercado de trabalho”, analisa Cristina Cavalcanti, secretária-executiva da OBORÉ.

Para os futuros jornalistas, essa primeira experiência na região amazônica está sendo encarada com grande expectativa. É o caso, por exemplo, de Agnes Sofia Guimarães Cruz, aluna do 2° ano de jornalismo da Universidade do Estado de São Paulo (UNESP). “Espero ampliar a minha visão sobre o país. Não conheço a realidade aqui da Amazônia, portanto acho que essa viagem também é importante para a formação profissional”, explica a estudante.


Fonte:
Força Aérea Brasileira

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