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Brasil deve deixar o Haiti em três anos, diz ministro

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Amorim fala sobre defesa cibernética, missão de paz, grandes eventos e acordo nuclear com Irã em entrevista à Folha
por Portal Brasil publicado: 27/11/2013 15h17 última modificação: 30/07/2014 00h38

 

Em entrevista ao programa Poder e Política, do portal UOL e do jornal Folha de S. Paulo, publicada nesta quarta-feira (27), o ministro da Defesa, Celso Amorim, falou sobre a atuação da Defesa e das Forças Armadas brasileiras em diversas frentes. Entre os temas abordados estão a defesa cibernética, os convênios e projetos para compra de equipamentos de defesa, as baterias antiaéreas e a atuação da Defesa nos grandes eventos.

Confira os principais trechos da entrevista

Outro assunto debatido foi a presença das tropas brasileiras no Haiti. Desde 2004 o Brasil comanda a missão da ONU destinada à estabilização daquele país. Segundo Amorim, embora a retirada dos efetivos esteja acontecendo a um ritmo razoável, a saída do Brasil não será feita de maneira irresponsável. “O desejável é que, depois da próxima eleição, que deve ocorrer em 2, 3 anos, a gente esteja preparado para sair e que o Haiti tenha a sua polícia nacional formada”, afirmou.

Na conversa com o jornalista Fernando Rodrigues, o ministro Celso Amorim também saudou o acordo sobre energia nuclear firmado no último domingo (24), entre Irã e o grupo de países formado por Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Rússia e China. “Fico muito feliz que o acordo tenha chegado a um bom termo. Até porque, eu acho que esse acordo vai criar uma atmosfera diferente que pode ajudar inclusive em outros assuntos do Oriente Médio, como a Síria”, ressaltou.

Fonte:

Ministério da Defesa

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