Defesa e Segurança
Ministro fala sobre medidas que serão tomadas durante manifestações
Manifestações populares
Durante o anúncio da nova campanha publicitária do Ministério da Justiça, voltada à defesa do consumidor, o ministro José Eduardo Cardozo foi bastante questionado sobre as ações do governo relacionadas às manifestações populares que ocorrem desde junho.
Cardozo afirmou que foi acordada a realização de uma reunião conjunta entre governo federal e as secretarias de segurança pública dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. O encontro servirá para discutir as eventuais medidas e interpretações que podem ser colocadas em relação a esses atos.
Sobre a participação do crime organizado nos protestos, o ministro preferiu não comentar se há integrantes dessas facções nas manifestações. De acordo com Cardozo, caso exista essa participação, medidas serão tomadas.
Em relação aos atos de vandalismo, o ministro ressaltou que é necessário “separar o ato licito de ilícito” e que “é dever do estado garantir a segurança dos manifestantes, a pacificidade das manifestações e que não haja interferência das mesmas no direito dos outros”.
O ministro ressaltou, ainda, a importância do diálogo com manifestantes e movimentos sociais para fortalecer as manifestações. Cardozo também afirmou ser necessário que os componentes das manifestações colaborem com o governo e denunciem os responsáveis pelos atos de vandalismo.
Sobre as denúncias referentes aos abusos policiais, cometidos durante confrontos com manifestantes, o ministro enfatizou que o governo não vai tolerar abusos de autoridades policiais.
Também será estabelecido um protocolo, com a participação dos estados, para definir regras de atuação da polícia militar. Segundo Cardozo, o protocolo é fundamental para estabelecer limites e padrões à atuação das polícias nos estados.
Vigilância de diplomatas
Cardozo classificou como contra espionagem o monitoramento de diplomatas estrangeiros pelo governo brasileiro e não vê nenhum abalo à imagem do país. “A diferença é que não invadimos a soberania”, todo o processo foi realizado dentro do território nacional", disse.
Fonte:
Portal Brasil
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