Defesa e Segurança
Dia do Patrono do Serviço de Assistência Religiosa da Aeronáutica
Comemorações
O serviço religioso da aeronáutica, constituído de capelães militares católicos e protestantes, tem por finalidade dar assistência religiosa e espiritual aos militares, aos civis das organizações militares e às suas famílias, incentivando-os a uma profunda comunhão diária.
Também tem como atribuição promover atividades de âmbito social, cultural e humanitárias, conscientizando a cada um da importância de sua participação na construção de relacionamentos fraternos que venham a consolidar o espírito de comunhão e solidariedade.
Em 2004 foi proposta a nomeação do Pe. Bartolomeu de Gusmão ao título de Patrono e, como data a ser lembrada, o dia 24 de março, dia em que os restos mortais do padre foram transladados do mosteiro de São Bento (SP), para a cripta da Catedral da Sé em São Paulo.
A proposta de tê-lo como patrono do serviço de assistência religiosa foi aprovada e assinada pelo comandante da aeronáutica em 16 de abril de 2004.
Patrono
Bartolomeu, filho do casal Francisco Lourenço Rodrigues e Maria Alvares, batizado com o nome de Bartolomeu Lourenço, em 19 de dezembro de 1685, na igreja paroquial da Vila de Santos pelo Pe. Antônio Correia Peres foi o único sacerdote a ter seu nome grafado nas páginas da história da aeronáutica pelos seus inventos. Em 1718, adota o apelido de Gusmão em homenagem ao preceptor e protetor jesuíta Alexandre de Gusmão.
Terminado o curso no seminário em 1699, Bartolomeu transferiu-se para Salvador, capital do Brasil na época, e ingressou na Companhia de Jesus de onde saiu antes de ser ordenado. Em 1702, dá-se início ao processo de sua ordenação sacerdotal vindo a ser ordenado anos depois.
O Padre Bartolomeu de Gusmão é o modelo de sacerdote dedicado, perseverante, destemido, estudioso, consciente e aberto à missão, modelo para todos aqueles que desejam servir ao reino de deus, sobretudo, como capelão militar da Força Aérea Brasileira (FAB).
Capelães militares da FAB sintam-se homenageados e motivados pelo fato de terem como patrono um homem sábio, brilhante e inteligente, um sacerdote piedoso, um cientista e inventor que percorreu vários países da Europa divulgando seus inventos e dando provas de que a fé e a ciência podem sim caminhar juntas.
Não só no Brasil, mas também em outros países, o seu prestígio foi reconhecido, sendo em 1722 nomeado fidalgo-capelão da casa real portuguesa.
Em Toledo (Espanha), Bartolomeu adoece gravemente, recolhendo-se ao hospital da misericórdia daquela cidade, onde faleceu, em 19 de novembro de 1724, com a idade de 39 anos.
Fonte:
Força Aérea Brasileira
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