Você está aqui: Página Inicial > Defesa e Segurança > 2014 > 05 > Força Aérea emprega armamentos à noite pela 1ª vez no Brasil

Defesa e Segurança

Força Aérea emprega armamentos à noite pela 1ª vez no Brasil

Àreas de Atuação

Esquadrão Poti, responsável pelo helicóptero de ataque da FAB, está habilitado para atuar em todo tipo de cenário em casos de conflito
por Portal Brasil publicado: 07/05/2014 16h06 última modificação: 30/07/2014 01h49

O helicóptero AH-2 Sabre do Esquadrão Poti (2°/8° GAV) empregou armamentos à noite utilizando óculos de visão noturna (do inglês, night vision goggles – NVG) pela primeira vez no Brasil. Antes, tal tipo de emprego tinha sido executado somente por pilotos do Esquadrão durante o curso de formação na Rússia. A manobra ocorreu no Campo de Provas Brigadeiro Veloso, localizado na Serra do Cachimbo (PA), durante o exercício Zarabatana V que teve início no dia 14 de abril e vai até o dia 7 de maio.

De acordo com o Comandante do esquadrão, Tenente-Coronel Aviador Rodrigo Gibin Duarte, o emprego armado noturno do AH-2 Sabre é uma necessidade. “Hoje, na guerra moderna, a utilização dos helicópteros é basicamente noturna. E nós, como um esquadrão de defesa aérea, de ataque e de escolta, devemos estar capacitados para realizar as nossas missões em qualquer cenário”, afirmou.

Sediado em Porto Velho (RO), o Esquadrão Poti opera o helicóptero de ataque da Força Aérea Brasileira AH-2 Sabre, que tem como principais missões a defesa aérea, a escolta de aeronaves e o ataque ao solo. Os armamentos que podem ser utilizados são o canhão 23 mm, o foguete 80 mm e o míssil Ataka.

 Zarabatana 5

Esse ano, o exercício de adestramento do Esquadrão Poti tem como principais destaques o emprego armado noturno e a segunda campanha de emprego real do míssil.

Durante a operação, além do emprego tradicional no estande de tiro, são também realizados treinamentos mais próximos do real, onde os militares empregam o armamento em alvos táticos localizados em pontos diversos no estande de tiro do Campo de Provas Brigadeiro Veloso. Assim, quando o piloto realiza a navegação com o objetivo de procurar o alvo, ele precisa localizá-lo por meios próprios e com o uso dos equipamentos do helicóptero, além de fazer a correta identificação, adequação aos parâmetros de emprego e realizar o disparo do armamento.

Segundo o Tenente-Coronel Gibin, essa é a melhor forma de qualificar o piloto. “Quanto mais nós treinamos e quanto mais próximos do real tentamos chegar, mais qualificados ficamos para cumprir a missão determinada pela Força Aérea e pelo comando superior, contribuindo, assim, para a manutenção da soberania do Estado brasileiro”, afirma o Comandante.

Fonte:

FAB

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Salvamento aquático e mergulho de resgate
Grupamento de Busca e Salvamento do Distrito Federal revela amor à profissão e ao dever de salvar vidas.
Profissão gratificante
Papel do Corpo de Bombeiros na sociedade é motivo de orgulho para membros da corporação.
A criação do Corpo de Bombeiros
Coordenador do Museu Histórico do Corpo de Bombeiros, major Nilo fala de advento da corporação.
Grupamento de Busca e Salvamento do Distrito Federal revela amor à profissão e ao dever de salvar vidas.
Salvamento aquático e mergulho de resgate
Papel do Corpo de Bombeiros na sociedade é motivo de orgulho para membros da corporação.
Profissão gratificante
Coordenador do Museu Histórico do Corpo de Bombeiros, major Nilo fala de advento da corporação.
A criação do Corpo de Bombeiros

Governo digital