Defesa e Segurança
Ministério Público institui Gabinete de Crise para a Copa do Mundo
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A 10 dias do início do Mundial, o Ministério Público Federal institui o Gabinete de Crise para a Copa do Mundo, que servirá para agilizar a solução de conflitos decorrentes de manifestações populares. A instituição do Gabinete foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (2).
De acordo com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que vai coordenar o Gabinete, “a iniciativa vai envolver o Ministério Público Federal e o Ministério da Justiça para que a gente possa, em conjunto com os demais atores, juízes, defensores, policiais, ter a atuação pronta no caso de excesso nas manifestações, de um lado ou de outro”.
O Gabinete de Crise vai ter como representantes os Procuradores-Gerais de Justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, do Ministério Público Militar e dos Ministérios Públicos dos estados que sediarão a Copa do Mundo Fifa 2014.Um conselheiro do Conselho Nacional do Ministério Público também será indicado para compor a equipe.
Fica instituído ainda um Grupo de Apoio ao Gabinete de Crise que contará com os seguintes integrantes: chefe de Gabinete do procurador-geral da República, que o coordenará; secretário-geral do Ministério Público da União e adjunto; secretário-geral do Conselho Nacional do Ministério Público e adjunto; secretário de pesquisa e análise da Procuradoria- Geral da República; secretário de cooperação internacional da Procuradoria-Geral da República; secretária de Comunicação Social da Procuradoria- Geral da República; membro auxiliar do Conselho Nacional; e um membro do Ministério Público Federal, a ser indicado pelo Procurador-Geral da República.
Para o procurador-geral, as manifestações, especialmente o episódio ocorrido no dia 27 de maio, em Brasília, em que um policial foi atingido por uma flecha lançada por um índio próximo ao Estádio Nacional Mané Garrincha, não irão prejudicar a imagem do Brasil. “As manifestações existem em todo o mundo e acho que isso não abalará a grandeza da festa nem a convicção do estrangeiro de que ele está em um País amigo e seguro”, concluiu Rodrigo Janot.
Fonte:
Portal Brasil, com informações da Imprensa Nacional e da Agência Brasil
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