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Defesa e Segurança

Seca deixa 152 cidades do RN em situação de emergência

Defesa civil

Já em Rondônia, inundação leva Ministério da Integração a reconhecer por mais 90 dias estado de calamidade pública
por Portal Brasil publicado: 16/10/2014 08h14 última modificação: 16/10/2014 08h14
Divulgação/Portal Brasil Integração reconhece calamidade pública em Rondônia por mais 90 dias

Integração reconhece calamidade pública em Rondônia por mais 90 dias

Ao todo, 152 das 167 cidades do Rio Grande do Norte acabam de ser reconhecidas em situação de emergência por conta da seca que assola a região. A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (16), pelo Ministério da Integração Nacional (MIN).

A população tem sofrido com a falta de chuva desde o ano passado e em março desde ano, mais de 95% de todo o estado, teve decretado situação de emergência. Sem melhorias e com restrição do uso da água nas cidades atingidas, o governo voltou a reconhecer a situação.

Desde o começo deste ano a condição hídrica das cidades apresenta um quadro de grave no abastecimento de água, pois os principais reservatórios localizados no estado se encontram com percentual de armazenamento em torno de 25% a 30% de sua capacidade máxima.

Na zona rural do estado, não há água suficiente para o consumo humano e animal. A estiagem prejudica a produção agrícola e pecuária. Em 2013, a seca causou um prejuízo ao setor agropecuário de R$ 3,8 bilhões, que representa quase 47% da rpodução estimada.

Rondônia

Se por um lado a falta da chuva prejudica toda a população potiguar, por outro, o excesso dela preocupa os moradores de Rondônia. É que na mesma edição do Diário Oficial desta quinta, o MIN decidiu reconhece por mais 90 dias o estado de calamidade pública em Rondônia por conta de inundações causadas pela cheia do Rio Madeira no começo deste ano.

A cheia afetou quase 30 mil pessoas no começo do ano, principalmente na capital Porto Velho e seus distritos. Na época, mais de 3,7 mil famílias tiveram que deixar suas casas, e cidades fronteiriças (com a Bolívia) de Guajará Mirim e Nova Mamoré, que dependem da BR-364, ficaram isolados.

Fonte:
Portal Brasil com informações da Imprensa Nacional e da Agência Brasil

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