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Cidadania e Justiça

Conheça a atuação das mulheres militares no Haiti

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Elas vão integrar o 22º contingente brasileiro da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti
por Portal Brasil publicado: 23/01/2015 16h06 última modificação: 23/01/2015 16h06
Divulgação/PH Freitas/MD Maria das Graças e Ten Paola vão integrar o 22º contingente do Brabat na Minustah: 19 mulheres no total

Maria das Graças e Ten Paola vão integrar o 22º contingente do Brabat na Minustah: 19 mulheres no total

A tenente-coronel Maria das Graças Andrade de Jesus e a tenente Paola de Carvalho Andrade vão integrar o 22º contingente brasileiro da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah).

A partir de junho, Paola, que é jornalista, trabalhará em atividades de imprensa e Relações Públicas. Já Maria das Graças, que é advogada, atuará como assessora jurídica. Ao longo desta semana, as militares participam de reunião preparatória do 22º contingente no Ministério da Defesa, em Brasília (DF).

Esta será a segunda vez que a tenente-coronel Maria das Graças vai ao país caribenho, onde vai trabalhar no Batalhão de Infantaria de Força de Paz (Brabat). 

Já a tenente Paola viaja para a nação amiga pela primeira vez e fará parte da Companhia de Engenharia Brasileira no Haiti (Braengcoy). 

Atualmente, o Brasil possui ao todo 14 mulheres no Brabat, quatro na Braengcoy e uma no Grupamento de Fuzileiros Navais.

Mantenedores da paz

Na quinta-feira (22), o chefe da Divisão de Doutrina do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), capitão-de-corveta Rogério de Mello Francesconi, ministrou palestras sobre igualdade de gênero e proteção de crianças nas operações de paz.

De acordo com Francesconi, os  mantenedores da paz  têm como atribuições reportar às autoridades casos de sequestro, rapto, estupros, ataques a escolas e recrutamento ilícito de soldados.

Além disso, os militares brasileiros devem prezar pela não utilização da mão de obra infantil haitiana.

“A proteção à criança também faz parte da promoção dos direitos humanos. Elas são o futuro da nação”, salientou. 

O capitão-de-corveta lembrou ainda que as ações realizadas no país caribenho têm como objetivo o benefício da população local, sem discriminação étnica, de gênero, nacionalidade, religião, entre outras.

Fonte:
Ministério da Defesa

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