Cidadania e Justiça
Conheça a atuação das mulheres militares no Haiti
Suporte e ajuda
A tenente-coronel Maria das Graças Andrade de Jesus e a tenente Paola de Carvalho Andrade vão integrar o 22º contingente brasileiro da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah).
A partir de junho, Paola, que é jornalista, trabalhará em atividades de imprensa e Relações Públicas. Já Maria das Graças, que é advogada, atuará como assessora jurídica. Ao longo desta semana, as militares participam de reunião preparatória do 22º contingente no Ministério da Defesa, em Brasília (DF).
Esta será a segunda vez que a tenente-coronel Maria das Graças vai ao país caribenho, onde vai trabalhar no Batalhão de Infantaria de Força de Paz (Brabat).
Já a tenente Paola viaja para a nação amiga pela primeira vez e fará parte da Companhia de Engenharia Brasileira no Haiti (Braengcoy).
Atualmente, o Brasil possui ao todo 14 mulheres no Brabat, quatro na Braengcoy e uma no Grupamento de Fuzileiros Navais.
Mantenedores da paz
Na quinta-feira (22), o chefe da Divisão de Doutrina do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), capitão-de-corveta Rogério de Mello Francesconi, ministrou palestras sobre igualdade de gênero e proteção de crianças nas operações de paz.
De acordo com Francesconi, os mantenedores da paz têm como atribuições reportar às autoridades casos de sequestro, rapto, estupros, ataques a escolas e recrutamento ilícito de soldados.
Além disso, os militares brasileiros devem prezar pela não utilização da mão de obra infantil haitiana.
“A proteção à criança também faz parte da promoção dos direitos humanos. Elas são o futuro da nação”, salientou.
O capitão-de-corveta lembrou ainda que as ações realizadas no país caribenho têm como objetivo o benefício da população local, sem discriminação étnica, de gênero, nacionalidade, religião, entre outras.
Fonte:
Ministério da Defesa
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