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Defesa e Segurança

Uma instituição voltada para o cidadão

Dia do Bombeiro

Corpo de Bombeiros completa, nesta quinta-feira (2), 159 anos de existência; coordenador do Museu Histórico da corporação, major Nilo confirma ampliação estrutural a partir da década de 1980 e da redemocratização
por Portal Brasil publicado: 02/07/2015 11h37 última modificação: 02/07/2015 12h35

O heroísmo e a confiabilidade patentes do Corpo de Bombeiros, alimentados por relatos de salvamento e de proteção à vida reproduzidos por gerações de brasileiros, habitam há mais de um século e meio o imaginário de crianças e adultos. Estabelecida em 1856 pelo imperador e patrono D. Pedro II, durante o Segundo Reinado (1840-1889), a corporação celebra nessa quinta-feira (2) 159 anos de existência.

“Nós somos uma instituição voltada para o cidadão”, explica o major Nilo, coordenador do Museu Histórico do Corpo de Bombeiros, no Distrito Federal (DF). “Esse é o primeiro órgão de resposta nas grandes emergências”, acrescenta. 

Em entrevista exclusiva ao Portal Brasil, Nilo afirmou que a corporação “jamais perdeu o foco”. “Vida alheia e riquezas a salvar”, definiu, em referência à Canção do Soldado do Fogo, composta por Antônio Pinto Júnior, em parceria com Sérgio Luiz de Mattos, e consagrada como hino oficial dos bombeiros.

Redemocratização

De acordo com Nilo, o Corpo de Bombeiros ampliou significativamente sua capacidade de atuação a partir da década de 1980. “De lá para cá, cresceu muito. Hoje temos unidades em todas as cidades do DF e um efetivo de 10 mil homens: um exemplo para todo o Brasil”, orgulha-se o major.

A Constituição de 1988 estabeleceu plano de carreira e melhorou os rendimentos dos bombeiros brasileiros. “O passado era de sacrifício, os salários eram baixos. Mas hoje a corporação está muito bem estruturada para atender as emergências do mundo moderno”, garante Nilo.

Há 50 anos no Corpo de Bombeiros, ele disse à reportagem do Portal Brasil sentir-se realizado. “Já estou com 68 anos e daqui só saio com a bandeira no peito”, declarou. “Hoje eu sou membro do conselho da Cruz Vermelha. É uma carreira útil e agradável”, concluiu.

Sobre os riscos da profissão e a satisfação atrelada ao ofício, Nilo é categórico. “O maior medo do bombeiro é não estar preparado para executar a missão. Somos felizes quando somos úteis”.

O Museu Histórico do Corpo de Bombeiros permanece aberto ao público de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, e funciona na Academia de Bombeiro Militar (ABMIL), situada no Setor Policial Sul.  

 

Fonte:
Portal Brasil  

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