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Defesa e Segurança

Fiscalização de balões ficará mais rígida durante os Jogos

Rio 2016

Drones e aeronaves não tripuladas também serão restritos durante a realização da Olimpíada
publicado: 27/07/2016 16h11 última modificação: 28/07/2016 13h59
Foto: Arquivo/Agência Força Aérea Balões não tripulados serão barrados pelas forças de segurança

Balões não tripulados serão barrados pelas forças de segurança

Para reforçar o combate à soltura dos balões não tripulados, também conhecidos como balões juninos, a Secretaria de Aviação Civil do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, publicou, nesta quarta-feira (27), um manual com orientações para as forças de segurança pública detalhando as regras, os enquadramentos legais e as sanções para quem desrespeitar a legislação vigente. O documento é parte da campanha “Balão é coisa séria” e está disponível no site da Secretaria.

Assim como os drones, aeronaves não tripuladas, os balões juninos serão restritos durante a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. O acesso ao espaço aéreo por esses artefatos não será autorizado, exceto dentro de áreas já estabelecidas e se tiverem autorização prévia do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).

Segundo o coordenador-geral de Gestão da Navegação Aérea Civil, Max Dias, a soltura desses balões é considerada crime em várias situações, pois coloca em risco as aeronaves e os aeroportos, dificulta ou até inviabiliza a navegação aérea, conforme estabelecido no artigo nº 261 do Código Penal (Decreto Lei 2.848/1940).

Perigo

“A soltura de balões mesmo aqueles sem fogo, ditos ecológicos, representa um real perigo para a aviação por manter como principais elementos de sua periculosidade a não controlabilidade, a ausência de visualização pelos radares/controladores de tráfego aéreo e a impossibilidade de interrupção do voo”, pontuou Dias.

Além disso, o coordenador-geral explica que, além de poder afetar a segurança operacional da aviação, esses artefatos podem acarretar mudanças não programadas na malha aérea, impactando a pontualidade de voos e do sistema como um todo, acarretando perdas econômicas significativas e degradando a qualidade dos serviços aos passageiros.

A prática pode ser denunciada pelo telefone da Polícia Militar  190.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil 

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