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Defesa e Segurança

Força de Intervenção Penitenciária ficará em Alcaçuz (RN) por mais 30 dias

Intervenção federal

Agentes atuam na penitenciária desde 26 de janeiro, após brigas entre facções. Lá, eles realizam serviços de guarda, vigilância e custódia de presos
publicado: 24/10/2017 17h31 última modificação: 13/12/2017 20h05

Arquivo/Ministério da Justiça

Agentes atuam na penitenciária desde 26 de janeiro, após brigas entre facções. Lá, eles realizam serviços de guarda, vigilância e custódia de presos

A Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) focará por mais 30 dias na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte. O grupo atua no presídio desde 26 de janeiro, após ocorrer a morte de 26 presos e a destruição de pavilhões por conta de uma briga de facções criminosas.

Primeira experiência do grupo, a FTIP é formada por agentes penitenciários federais, ligados ao Departamento Nacional Penitenciário (Depen), e agentes penitenciários cedidos pelos estados para atuar em situações de crise.

São 63 integrantes na equipe que está no Rio Grande do Norte. Destes, 30 são agentes penitenciários do Depen e os outros 33 foram cedidos pelo Distrito Federal e pelos estados do Rio de Janeiro e Ceará.

Em nota, o Ministério da Justiça informou que “os salários e vencimentos dos agentes penitenciários são de responsabilidade dos órgãos de origem, e o Ministério da Justiça e Cidadania fica responsável pelas despesas de deslocamento e pelo pagamento das diárias enquanto a força-tarefa estiver disponível”.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Justiça

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