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Defesa e Segurança

Governo e Procuradoria-Geral firmam acordo de combate ao crime no Rio de Janeiro

Crime Organizado

Objetivo é trocar informações e montar equipes para impedir o tráfico internacional de armas de fogo, munições, de drogas e lavagem de dinheiro
publicado: 01/11/2017 12h07 última modificação: 01/11/2017 12h13

O Governo do Brasil e a Procuradoria-Geral da República irão trocar informações e montar equipes para combater os crimes federais, em especial tráfico internacional de arma de fogo, munições, de drogas e lavagem de dinheiro no estado do Rio de Janeiro.

Um protocolo de intenções para o combate ao crime organizado no estado, com duração de dois anos, foi assinado, nessa terça-feira (31), pelo Ministério da Defesa, pelo Gabinete de Segurança Institucional e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

“Hoje o crime organizado, que se transnacionalizou, representa um risco à sociedade, às instituições e à democracia. Esse esforço aqui é uma resposta adequada e necessária para fazer frente a todas essas ameaças que hoje rondam a cidadania e o nosso País”, afirmou o ministro da Defesa, Raul Jungmann.

Raquel Dodge, procuradora-geral da República, garantiu que a resposta ao crime será agilizada com a ação conjunta: “Tenho certeza de que este protocolo facilitará muito o compartilhamento de informações para que possamos empreender melhor este trabalho. Espero que os resultados sejam profícuos e que possamos senti-los no curto prazo”.

Para o chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, a integração entre os órgãos é essencial para o enfrentamento do problema. “Acho que abrimos uma via muito importante para conduzir à solução dessa questão. Certamente a resultante do alinhamento desses vetores vai ser percebida pela sociedade, vítima hoje do crime organizado."

Grupo Estratégico

Um Grupo Estratégico ligado ao gabinete da PGR foi criado em outubro para elaborar um diagnóstico da crise de segurança no Rio de Janeiro e propor soluções. O trabalho, que durará um ano, será feito por um procurador regional e quatro procuradores da República. 

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Defesa e da Procuradoria-Geral da República

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