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Defesa e Segurança

Agentes de segurança de Minas Gerais passam a integrar a Força Nacional

Segurança pública

Acordo assinado com o Ministério da Justiça vai permitir que efetivos da polícia e bombeiros atuem na Força Nacional sempre que forem solicitados
publicado: 06/12/2017 12h47 última modificação: 06/12/2017 14h44

Allan de Carvalho/Agência MJ

Força Nacional participa de ação no Rio de Janeiro e assina acordo para Minas Gerais

O governo de Minas Gerais assinou acordo de cinco anos com o Ministério da Justiça e Segurança Pública para regulamentar a participação de profissionais de segurança do estado em ações da Força Nacional e da Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP). Minas era o único estado que ainda não havia formalizado participação nas forças de segurança nacional.

“A Força Nacional de Segurança Pública sempre foi incompleta, na medida em que Minas Gerais dela não fizesse parte, pois o estado é fundamental para o nosso trabalho", destacou o ministro da Justiça, Torquato Jardim. O governador de Minas, Fernando Pimentel, garantiu saber a importância da adesão do estado, tornando-se “solidária ao Brasil nas operações que serão desenvolvidas”.

A partir de agora, efetivos da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e agentes do sistema prisional poderão se juntar à Força Nacional e atuar em situações de crise sempre que forem solicitados. Os profissionais cedidos passam por treinamento em Brasília e respondem ao comando da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

Operação no Rio de Janeiro

Nesta quarta-feira (6), cerca de 3 mil homens das Forças Armadas, das polícias Civil, Militar, da Força Nacional de Segurança e da Polícia Federal realizam operação nos morros da Mangueira, do Tuiuti, de Mandela e Arará, Zona Norte do Rio de Janeiro.

Reinaldo Santos de Sena, conhecido como Dedé da Mangueira, é um dos principais alvos da ação, apontado como líder do tráfico.

A operação faz parte do Plano Nacional de Segurança, que conta com a cooperação de órgãos federais estaduais e municipais, para reprimir e combater o crime organizado no Rio de Janeiro, principalmente o tráfico de drogas e o roubo de cargas.

 Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Justiça e da Agência Brasil

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