Economia e Emprego
Minas Gerais terá sua primeira sociedade de garantia de crédito
Governador Valadares - Ainda neste semestre, entram em operação seis novas sociedades de garantias de crédito com apoio do Sebrae. O projeto abrange inicialmente 20 municípios do Paraná, Minas Gerais e Rio de Janeiro, podendo movimentar nos três estados mais de R$ 150 milhões nos próximos cinco anos. Uma das primeiras a entrar em operação, prevista para março, é a Sociedade de Garantias de Crédito do Leste de Minas, cuja marca de fantasia tem como nome Garantia dos Vales.
Esta é a primeira sociedade de garantias do estado mineiro. Mais uma etapa para o seu processo de criação foi concluída na quarta-feira (27), em solenidade realizada em Governador Valadares (MG), com a presença do presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, da prefeita da cidade, Elisa Costa, e do presidente da Garantia dos Vales, Marcos Almada.
A Garantia dos Vales tem aporte de R$ 2,05 milhões do Sebrae e mais R$ 262 mil alocados pela prefeitura de Governador Valadares. Já os parceiros locais vão investir mais de R$ 900 mil. O fundo garantidor será de R$ 2 milhões. A estimativa é de que 330 empresas da região sejam beneficiadas no primeiro ano, devendo atingir um total de 1530 empreendimentos nos próximos cinco anos. A expectativa é de que haja 55 operações por mês, resultando em mais de R$ 16 milhões garantidos.
A abrangência da região leste de Minas compreende 92 municípios, mas o início das atividades da Garantia dos Vales se dará nas cidades de Governador Valadares, Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Teófilo Otoni.
No evento de terça, que contou com a presença do superintendente do Sebrae em Minas Gerais, Afonso Maria Rocha, e de vários líderes empresarias da região, foi assinado um documento para agilizar a criação da Garantia dos Vales. No encontro, algumas estratégias foram sugeridas sobre a utilização dos recursos e setores a serem beneficiados. “Temos de criar ferramentas como esta, com mais aval para a pequena empresa, que muitas vezes não tem acesso a crédito, justamente por falta de garantias”, disse Paulo Okamotto.
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