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Emprego na indústria cresce pelo 6º mês em junho

por Portal Brasil publicado: 10/08/2010 19h35 última modificação: 28/07/2014 09h26
Divulgação/Ipardes Taxa foi de 0,5% em junho em relação a maio, no sexto mês seguido de avanço, segundo dados do IBGE

Taxa foi de 0,5% em junho em relação a maio, no sexto mês seguido de avanço, segundo dados do IBGE

Em junho de 2010, o total de empregos criados no setor industrial avançou 0,5% frente ao mês anterior, já descontados os efeitos sazonais, sexto resultado positivo consecutivo. Na comparação com junho de 2009, o emprego industrial avançou 4,9%, quinta taxa positiva consecutiva. Com isso, o fechamento do primeiro semestre do ano registrou expansão de 2,4%, acelerando o ritmo frente aos resultados dos últimos meses. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).



O acumulado nos últimos 12 meses permaneceu apontando recuo (-1,6%), mas prosseguiu com a redução no ritmo de queda iniciada em janeiro último. O número de horas pagas teve alta de 0,3% frente ao mês imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal. No índice acumulado no ano houve avanço de 3,5%. Comparada com o mesmo período de 2009, houve avanço de 8,3% % no índice mensal e de 4,6% no acumulado primeiro semestre do ano.
 

A folha de pagamento real dos trabalhadores ajustado sazonalmente também cresceu, em  3,3%. em relação ao mês imediatamente anterior. Comparada com iguais períodos de 2009, houve avanço de 8,3% % no índice mensal e de 4,6% no acumulado primeiro semestre do ano. O acumulado nos últimos 12 meses teve ligeira variação negativa (-0,1%).
 

Resultados em todo o País
 

O resultado de junho teve crescimento em todos os locais investigados e 14 dos 18 setores. Entre os locais, a principal contribuição positiva permaneceu com São Paulo (3,7%), vindo a seguir região Nordeste (7,1%), Rio Grande do Sul (6,8%), região Norte e Centro-Oeste (7,1%), Rio de Janeiro (8,6%) e Minas Gerais (3,7%).
 

Na indústria paulista, as maiores influências positivas vieram das atividades de máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (10,0%), alimentos e bebidas (4,4%), máquinas e equipamentos (6,5%) e meios de transporte (5,6%). Na região Nordeste, sobressaíram os setores de calçados e couro (16,1%) e de alimentos e bebidas (7,8%), enquanto na indústria gaúcha, destacaram-se positivamente máquinas e equipamentos (16,2%), meios de transporte (14%) e outros produtos da indústria de transformação (12,6%).
 

Na região Norte e Centro-Oeste, a atividade de minerais não metálicos (33,4%) foi a que exerceu o maior impacto positivo no total das contratações. No Rio de Janeiro e em Minas Gerais, alimentos e bebidas (24,1%), produtos de metal (32,6%) e meios de transporte (10,1%), no primeiro local, e produtos de metal (27,4%) e meios de transporte (15,3%), no segundo, apontaram as principais pressões positivas no resultado global dessas áreas.
 

No total do País, ainda na comparação com igual mês do ano anterior, 14 dos 18 segmentos pesquisados ampliaram o pessoal ocupado no setor industrial, com destaque para as contribuições positivas vindas de setores de máquinas e equipamentos (9,5%), produtos de metal (9,8%), alimentos e bebidas (3,0%), meios de transporte (7,0%) e máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (10,0%).
 

Por outro lado, vestuário (-1,8%), refino de petróleo e produção de álcool (-3,1%), madeira (-2,1%) e fumo (-7,2%) assinalaram os resultados negativos neste mês. No fechamento do primeiro semestre do ano, o emprego industrial mostrou expansão de 2,4%, com quatorze ramos e todos os locais ampliando o contingente de pessoal ocupado.

Fonte:
IBGE

 

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