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Economia e Emprego

Em 2011, Brasil vai investir na exportação de carne suína para Japão e Coreia

por Portal Brasil publicado: 27/12/2010 19h02 última modificação: 28/07/2014 09h29

Um dos focos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em 2011 será abrir os mercados do Japão e da Coreia para a carne suína in natura de Santa Catarina, considerada pela Organização Mundial de Saúde Animal como livre de febre aftosa sem vacinação.

“O Japão é o maior importador mundial desse produto e compra cerca de US$ 4 bilhões por ano. Para alcançar esse objetivo, o primeiro passo será a vinda de missão japonesa ao Brasil no primeiro trimestre de 2011”, enfatiza o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, Célio Porto.

Outro mercado considerado importante para a exportação de cortes especiais de carne suína é a União Europeia, bloco que contribui para dar maior visibilidade ao produto brasileiro. Em 2010, uma das grandes conquistas para a exportação brasileira foi o reconhecimento pelos Estados Unidos do estado de Santa Catarina como livre de febre aftosa sem vacinação. Essa medida estava sendo pleiteada desde 2007, quando a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) atribuiu a classificação ao estado.

 

Balança Comercial

Nos primeiros onze meses de 2010, as vendas do agronegócio brasileiro renderam US$ 70,3 bilhões. O secretário Célio Porto acredita que, até o fim deste ano, as exportações possam alcançar US$ 76 bilhões e, em 2011, US$ 80 bilhões.

Em termos de valores, o destaque das exportações no acumulado do ano foi o milho, que passou de US$ 1 milhão para US$ 1,7 milhão, em relação ao mesmo período do ano passado. Em segundo lugar no crescimento percentual, mas em primeiro no aumento do valor exportado, ficaram as vendas de açúcar, com aumento de 57,6%, em 2010.

Também houve crescimento expressivo das exportações de carnes. “Somos o maior exportador mundial de carne de frango e a expectativa é que, em 2011, nos tornemos o segundo maior produtor”, informa Porto. Hoje, o primeiro lugar está com os Estados Unidos, seguido da China.


Fonte:
Ministério da Agricultura

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