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Economia e Emprego

Fundo do Centro-Oeste bate recorde de empréstimos em 2010

por Portal Brasil publicado: 24/01/2011 11h25 última modificação: 28/07/2014 14h11

O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) registrou empréstimos de R$ 4,2 bilhões em 2010, no melhor desempenho desde que foi criado, em 1988, em todos os municípios da região. Para este ano, já estão disponíveis R$ 5,3 bilhões.

A informação é do gerente executivo da Diretoria de Governo do Banco do Brasil (BB), Delano Valentim de Andrade. Ele disse que o melhor desempenho até então havia sido registrado em 2008, com empréstimos de R$ 3,4 bilhões. De 1989 para cá, o FCO já emprestou R$ 13,2 bilhões.

O volume de operações tem crescido ano a ano, segundo ele, em virtude da adoção de medidas para dar mais agilidade às contratações. Entre elas, está o trabalho de conscientização dos potenciais tomadores quanto à necessidade de apresentar projetos bem delineados, com documentação completa.

Delano disse que o empresariado do Centro-Oeste vem descobrindo, cada vez mais, que existe linha de crédito para fomento de suas atividades, administrada e operada pelo BB, com os “juros mais atrativos” do mercado financeiro nacional. A linha é voltada, prioritariamente, para micro e pequenos empresários.

Além das menores taxas, o FCO oferece prazo de até 20 anos para pagamento, incluindo período de carência e bônus de 15% sobre a taxa de juros para quem paga as contas em dia. Como resultado, a inadimplência nas operações de risco exclusivo do BB é de apenas 0,65%, de acordo com Delano Valentim.

Ele informou que a menor taxa de juros (5% ao ano ou 4,25% com rebate) é cobrada do miniprodutor rural, com faturamento anual inferior a R$ 150 mil. O pequeno produtor rural, com faturamento entre R$ 150 mil e R$ 300 mil, tem taxa de 6,75% (ou 5,74%); o médio produtor, com faturamento até R$ 1,9 milhão, tem taxa de 7,25% (6,16%); e o grande ruralista paga juros de 8,5%, (ou 7,23% com rebate).

As taxas para os empresários da indústria, comércio e serviços sobem um pouquinho, mas continuam baixas, conforme Valentim. Os microempresários, com faturamento até R$ 240 mil, pagam taxa de 6,75% ao ano, ou 5,74% com rebate; para faturamento até R$ 2,4 milhões a taxa é de 8,25%%, ou 7,01%; o médio empresário, com faturamento até R$ 35 milhões, tem taxa de 9,50%, ou 8,08%; e os empresários com faturamento acima disso pagam taxa de 10%, ou 8,50%.

 

Fonte:
Agência Brasil

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