Economia e Emprego
Banco do Nordeste aplica mais de R$ 777 milhões em financiamentos ambientais em 2010
Em 2010, o Banco do Nordeste destinou mais de R$ 777 milhões para atividades econômicas e empreendimentos que propiciam ou estimulam a sustentabilidade ambiental. O montante supera em 18% a meta estabelecida para o período no programa estratégico da instituição, sendo ainda 23% a mais do que o resultado obtido em 2009, quando foram contratados R$ 629,5 milhões para o setor.
Desse montante, foram contratados R$ 753 milhões no âmbito do Programa de Financiamento à Sustentabilidade Ambiental (FNE Verde) e R$ 24 milhões nas linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar destinadas a projetos ambientais (Pronaf-Floresta, Pronaf-Semiárido, Pronaf-Agroecologia e Pronaf-Eco).
De acordo com o superintendente da Área de Políticas de Desenvolvimento, José Rubens Mota, o Banco do Nordeste vem implementando ações que buscam posicionar a região como destaque no desenvolvimento de atividades sustentáveis. “Com esse expressivo resultado, o banco coloca-se como grande indutor da sustentabilidade ambiental nos empreendimentos da região”.
Parte dos recursos foi destinada a projetos de geração de energias por fontes renováveis. A implantação de usinas eólicas, por exemplo, contou com recursos de R$ 673,2 milhões, cerca de 87% do total investido. Outros R$ 26,6 milhões foram concedidos à instalação de pequenas centrais hidrelétricas (PCH). Ainda receberam investimentos atividades como florestamento e reflorestamento (R$ 7,5 milhões), indústria siderúrgica (R$ 10,7 milhões), silvicultura (R$ 13,1 milhões) e grãos (R$ 9,7 milhões).
O Banco do Nordeste também aplicou mais de R$ 179 milhões com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), nas finalidades relacionadas ao Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC), gerido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
O Programa ABC tem como objetivos principais promover a redução das emissões de gases de efeito estufa oriundas das atividades agropecuárias e contribuir para a redução do desmatamento. As finalidades apoiadas envolvem recuperação de áreas de pastagens degradadas, implantação de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta e implantação e manutenção de florestas comerciais.
Fonte:
Banco do Nordeste
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