Economia e Emprego
Investimento do setor público passou de 2,7% do PIB para 4,8% do PIB de 2005 a 2010
O Ministério da Fazenda avaliou indicadores fiscais e macroeconômicos dos últimos anos, a partir de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), e concluiu que o Projeto Piloto de Investimentos (PPI) e o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), criados entre 2005 e 2007, marcaram o processo de retomada de investimentos federais e do crescimento econômico.
As iniciativas, segundo o órgão, contribuíram para a expansão da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que registra a ampliação da capacidade produtiva da economia por meio de investimentos em ativos que promovam processos produtivos como, por exemplo, máquinas, equipamentos e material de construção.
A FBCF do setor público, que inclui os valores investidos pelo governo federal (incluindo estatais) e, também, pelos estados e municípios, cresceu de forma significativa no período de 2005 a 2010, passando de 2,7% do PIB para 4,8% do PIB, segundo estimativas do Ipea.
Comparados com os dados do IBGE, os números indicam que a participação do setor público no valor total da FBCF subiu de 16,8% em 2005 para 26,3% ao final de 2010. É o maior nível de contribuição dos governos e das estatais para a taxa de investimento da economia brasileira desde o início do Plano Real. Em 1995, essa relação era de 20,1% do PIB.
Já a taxa de investimento do governo federal (incluindo estatais) como proporção do PIB atingiu, ao final de 2010, 3,3% - uma expansão de 1,8 ponto percentual em relação a dezembro de 2005. Esse valor é o maior da série desde 1995.
Fonte:
Ministério da Fazenda
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons
CC BY ND 3.0 Brasil
















