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Economia e Emprego

Índice de Preços ao Produtor de abril fica em 0,34%

por Portal Brasil publicado: 02/06/2011 15h57 última modificação: 28/07/2014 14h26

Em abril de 2011, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) variou 0,34% em comparação com o mês anterior, resultado inferior ao observado em março (0,39%). Ao comparar o mês atual contra o mesmo mês do ano anterior (acumulado de 12 meses), os preços variaram 6,73% em abril; em março, a taxa era de 6,81%. A variação acumulada em 2011 até abril foi de 1,74%. Os dados foram divulgados, nesta quinta-feira (2), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IPP mede a evolução dos preços de produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e fretes, de 23 setores da indústria de transformação.

Em abril de 2011, 13 das 23 atividades pesquisadas tiveram variações positivas de preço na comparação com março, contra 12 do mês anterior. Os maiores aumentos vieram da indústria farmacêutica (2,60%), do refino de petróleo e produtos de álcool (2,45%) e da metalurgia (2,41%). Por outro lado, o fumo (-2,78%) teve a principal variação negativa.

Os itens de maior influência (ou impacto) foram refino de petróleo e produtos de álcool (0,27 ponto percentual), alimentos (-0,22 ponto percentual), metalurgia (0,20 ponto percentual) e outros produtos químicos (0,06 ponto percentual).

O indicador acumulado no ano atingiu 1,74% em abril. Entre as atividades que tiveram as maiores variações percentuais, destacam-se têxtil (11,34%), outros produtos químicos (9,10%), refino de petróleo e produtos de álcool (6,14%) e calçados e artigos de couro (5,79%). Os setores com maior influência foram outros produtos químicos (0,93 ponto percentual), refino de petróleo e produtos de álcool (0,66 ponto percentual), alimentos (-0,28 ponto percentual) e têxtil (0,24 ponto percentual).

Na comparação com abril de 2010 (acumulado 12 meses), a variação de preços foi de 6,73%. As quatro maiores altas ocorreram em têxtil (27,12%), alimentos (16,80%), outros produtos químicos (13,43%) e refino de petróleo e produtos de álcool (11,93%). As principais influências vieram de alimentos (2,79 ponto percentual), outros produtos químicos (1,39 ponto percentual), refino de petróleo e produtos de álcool (1,28 ponto percentual) e têxtil (0,53 ponto percentual).

Em abril de 2011, os preços de alimentos tiveram variação de – 1,21% na comparação com o mês anterior, - 1,50% no acumulado em 2011 e 16,80% em relação a abril de 2010. Açúcar demerara, inclusive VHP, e açúcar cristal mostraram influência negativa na comparação com março deste ano, sendo que este último aparece também no acumulado. A influência positiva está restrita a leite esterilizado/UHT/Longa Vida.

Na comparação com março de 2011, calçados e produtos de couro tiveram variação de 2,03%. No acumulado, os preços variaram 5,79%. Comparado a abril de 2010, os preços estão 6,38% superiores neste ano. Como no mês anterior, o impacto, em termos de variação ou de influência e em qualquer dos indicadores calculados, de couros e dos sapatos de couros é positivo. Variações no preço de calçados de material sintético feminino tiveram influência negativa tanto no indicador abril contra março de 2011 quanto na comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Em abril de 2011, os preços do setor de refino de petróleo e produtos de álcool variaram em 2,45% (comparado a março), 6,14% (acumulado no ano) e 11,93% (abril de 2010). Com exceção de gasolina automotiva e óleo diesel e outros óleos combustíveis (cuja variação de preços tem influência negativa na comparação mensal e no acumulado), os demais produtos variaram positivamente.

A publicação completa da pesquisa pode ser acessada no site do IBGE.

 

Fonte:

IBGE

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