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Economia e Emprego

Acesse glossário com principais tipos de investimentos

Finanças

Saiba quais são os principais investimentos à disposição para fazer o dinheiro render mais
por Portal Brasil publicado: 30/08/2011 14h20 última modificação: 28/07/2014 14h30

Uma das regras da educação financeira é fazer o dinheiro que você ganha todo mês render mais, seja para realizar um sonho, para ter uma reserva em caso de emergências (como desemprego ou doença) ou então para garantir um futuro melhor para quando a aposentadoria chegar.

No glossário abaixo é possível conhecer alguns tipos de investimentos, suas vantagens e desvantagens. Educadores financeiros aconselham que o cidadão tenha uma carteira diversificada de investimentos e não coloque tudo em apenas um tipo de aplicação. O melhor investimento é aquele que melhor se encaixa no seu perfil e nas suas necessidades.

Caderneta de Poupança

É o investimento mais tradicional, conservador e popular entre os brasileiros, principalmente entre os de menor renda. Qualquer cidadão munido de CPF, documento de identidade e comprovante de renda e residência pode se dirigir a uma agência bancária para abrir a sua poupança.

A rentabilidade é calculada a partir de uma taxa de juros de 0,5% ao mês, aplicada sobre os valores atualizados pela TR (Taxa Referencial), creditada mensalmente na data de aniversário da aplicação.

Vantagens

- Liquidez imediata

- Não há prazos, mas valores mantidos por menos de um mês não recebem remuneração.

- Transação de baixo risco. Aliás, investimentos de até R$ 60 mil em uma conta poupança são garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito. O que significa que em caso de falência ou liquidação de uma instituição financeira este valor não será perdido.

- Para Pessoas Físicas há isenção de Imposto de Renda. Pessoas Jurídicas sofrem incidência de IR sobre os rendimentos com as seguintes alíquotas:

Aplicações até 180 dias: 22,5%
Aplicações de 181 a 360 dias: 20%
Aplicações de 361 a 720 dias:17,5%
Aplicações acima de 720 dias: 15%

Desvantagem

Por ser uma aplicação altamente conservadora, seu rendimento é menor até mesmo do que outras aplicações conservadoras. Nos primeiros 100 dias de 2011, o rendimento da poupança oscilou entre 0,5% e 0,67%. No mesmo período, a inflação registrada pelo IBGE nos primeiros meses do ano esteve acima deste patamar, o que torna este tipo de aplicação pouco atraente, na avaliação de especialistas.

CDBs e RDBs

Os CDBs (Certificado de Depósito Bancário) e RDBs (Recibos de Depósitos Bancários) são títulos de renda fixa que servem como captação de recursos dos bancos. Em outras palavras, são empréstimos que o cliente faz para o banco em que é correntista. A rentabilidade vem dos juros pagos pela instituição ao cliente pelo empréstimo do dinheiro ao fim do término do contrato. A aplicação inicial varia conforme o banco.
 A diferença entre CDB e RDB é que o primeiro permite a negociação do título antes do vencimento (e com isso perda de remuneração) enquanto o segundo é inegociável e intransferível. O resgate pode ser feito a qualquer momento, desde que já se tenha passado o prazo mínimo da aplicação, que varia de 1 dia a 12 meses, dependendo do tipo de rentabilidade escolhida. Se isso acontecer antes, não haverá rendimentos.

Vantagens

- Possibilidade de negociar as taxas de remuneração dependendo do valor investido e por tabela aumentar a rentabilidade do fundo. As taxas podem ser prefixadas (desde o início sabe-se quanto será o rendimento, pós-fixada (rendimento é calculado ao fim da aplicação) ou flutuantes (indexados às taxas CDI, Certificado de Depósito Interbancário, e à taxa Selic)

- Risco baixo por se tratar de um investimento de renda fixa. Preocupação do investidor deve estar voltada para a solidez financeira da instituição em que ele irá colocar o dinheiro

Desvantagens

- No caso do RDB, não é possível negociar os papéis.

- Incide Imposto de Renda em função do prazo da aplicação (veja a regressão abaixo). Quanto mais tempo investido, menor a alíquota. Para prazos inferiores a 30 dias, o IOF (Imposto sobre operações financeiras) também será cobrado. Abaixo as alíquotas praticadas:

aplicações até 180 dias: 22,5%
aplicações até 181 a 360 dias: 20%
aplicações até 361 a 720 dias: 17,5%
aplicações acima de 720 dias: 15%

Títulos públicos

Títulos públicos são aqueles emitidos pelas três esferas de governo (municipal, estadual e federal) com o objetivo que conseguir dinheiro para financiar atividades nas áreas de educação, saúde e infraestrutura, além do pagamento da dívida pública. Quem emite e controla os títulos, no âmbito do governo federal, é a Secretaria do Tesouro Nacional.
Há diversos tipos de títulos com diferentes prazos e rentabilidade, desde juros prefixados até pela taxa Selic. Os estaduais e municipais são mais arriscados já que, diferentemente da União, Estados e Municípios não podem emitir moeda. 

Tipo de título público: Tesouro Direto

Hoje em dia, é possível comprar títulos públicos federais do Tesouro Nacional pela Internet (saiba mais aqui) ou então por meio dos Agentes de Custódia, as instituições financeiras que podem operar o Tesouro Direto. A aplicação inicial é variável conforme o tipo de título público.

Vantagens

- Melhor rentabilidade entre os investimentos de baixo risco

- O próprio investidor, pela internet, pode administrar e tem maior controle sobre sua carteira de investimento

- Pelas possibilidades de investimento, é possível ter uma carteira diversificada quanto a prazos e rentabilidade

- Liquidez garantida pelo Tesouro Nacional

Desvantagens

- A garantia da rentabilidade acordada na hora do investimento diz respeito apenas ao dia de seu vencimento. Se o investidor decidir resgatar antes de seu término está sujeito a ganhos maiores ou perdas por conta das variações do mercado. Ser um ativo de renda fixa não impede que preços e taxas praticadas não variem ao longo do tempo.

- Além da tributação do Imposto de Renda* e do IOF (para aplicações com prazo inferior a 30 dias), o investidor terá outros custos. Ao comprar o título é cobrada uma taxa de negociação de 0,10% sobre o valor da operação. A cada semestre, ou no pagamento de cupom de juros ou ainda no vencimento do título, é cobrada uma taxa de 0,30% ao ano, proporcional ao período em que o investidor mantiver o título. Isso sem contar as taxas pagas aos Agentes de Custódia e às taxas de prestação de outros serviços, quando for o caso. Desta forma, a taxa de 0,30% incide sobre o valor do título, assim como a de 0,10%; o mesmo vale para o Agente de Custódia.

- É preciso realizar uma aplicação inicial mínima de 20% do preço do título a ser comprado, aproximadamente R$ 100. Há também limite máximo de investimento: R$ 400 mil

- Os resgates (vendas dos títulos) só podem ser realizados entre as 9h de quarta-feira às 5h de quinta-feira.

- Apesar de existirem títulos com vencimentos a curto prazo, o Tesouro Direto é mais indicado para investimentos a médio e longo prazo.
*Tabela de Imposto de Renda para aplicações no Tesouro Direto

Prazo de 180 dias – 22,5%
Prazo de 181 até 360 dias – 20%
Prazo de 361 até 720 dias – 17,5%
Prazo acima de 720 dias – 15%

Saiba mais sobre o Tesouro Direto. Aproveite e também faça simulações e identifique qual o melhor tipo de investimento para o seu perfil

Ações

Comprar ações de uma empresa com capital aberto (as Sociedades Anônimas, ou S.A) é, na prática, tornar-se um de seus sócios. Existem dois tipos de ações, as preferenciais (PN), em que o investidor tem preferência no pagamento dos dividendos (a parcela do lucro) de uma empresa ou restituição no momento em que a mesma está liquidada, mas não possui direito a voto. Já a ação ordinária (ON) dá direito a voto ao acionista, porém, ficam em “segundo plano” na hora da distribuição dos dividendos. Em contrapartida, em caso de venda do controle acionário de uma empresa,os investidores podem receber até 80% do valor pago aos sócios majoritários.

Ações são investimentos de alto de risco. Por isso é preciso procurar uma boa corretora de ações e manter-se sempre informado já que o desempenho da bolsa de valores está sujeito às variações do mercado financeiro. É preciso ter “sangue frio” para enfrentar possíveis crises do mercado financeiro e não se desesperar ao ver seu patrimônio se desvalorizando. É por essa razão que é mais indicada para investimentos a longo prazo.

Vantagens

Por se tratar de um investimento de renda variável, a rentabilidade deste tipo de investimento tende a ser maior

Não existe valor mínimo para investir em ações. É possível investir na bolsa com até mesmo R$ 1, apesar de este “mínimo” valor não ser indicado por conta dos custos

Graças à popularização desta modalidade de investimento, é possível encontrar muitas informações sobre o assunto antes de realmente começar a aplicar o seu dinheiro. O site da BM&FBovespa, a principal bolsa de valores do país, possui um simulador

Possibilidade de investir nas ações de mais de uma empresa e de diferentes tipos de liquidez

Desvantagens

Ao mesmo tempo em que permite um rendimento maior, a renda variável deixa o investidor sujeito a maiores riscos e perdas, inclusive do patrimônio investido em caso de ter de vender as ações em baixa
Mercado financeiro é instável e pode mudar (tanto para o lado positivo quanto negativo) a qualquer momento

Há custos de corretagem para cada operação realizada (compra e venda) e que variam de corretora para corretora, taxa de custódia (para a corretora manter os ativos do cliente sob sua guarda) e taxa de emolumentos (taxas de liquidação e negociação pela Bovespa e pela Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia – CBLC). Além disso há incidência de Imposto de Renda: uma pequena parte (0,005%) é retido na fonte e o restante (14,995%) sobre os ganhos líquidos na venda ou liquidação da ação deve ser recolhido pelo investidor todo mês. Quem vende até R$ 20 mil por mês no mercado à vista está isento de IR. Para as operações de day trade (compra e venda realizada num mesmo dia), recolhe-se 20% de Imposto de Renda, sendo que 1% é retido na fonte

Fundos

Fundos de Investimento reúnem em um condomínio diversos investidores (pessoa física ou jurídica) que compram cotas de ações e são regidos por um regulamento. Todos os recursos são destinados a comprar esses títulos, na proporção de seus investimentos.

Os fundos podem ser abertos, em que é permitida a entrada de novos cotistas, a saída de antigos ou aumento de participação; e também fechados, em que não há entrada ou saída de investidores e não é possível realizar o resgate antes do encerramento do fundo. Geralmente os fundos abertos existem por tempo indeterminado.

Fundos de ações são também chamados de fundos de renda variável. No mínimio 67% do patrimônio do fundo é investido em ações negociadas em bolsa ou mercado de balcão organizado.

Como seu principal fator de risco é a variação nos preços das ações que compõem sua carteira, podem ser compatíveis com objetivos de investimento de longo prazo e que suportem uma maior exposição a riscos em troca de uma expectativa de rentabilidade mais elevada. Geralmente o crédito do resgate se dá quatro dias após a solicitação.

Saiba mais sobre todos os tipos de fundos de investimentos no site da Comissão de Valores Mobiliários Para conhecer todos os tipos de fundo existentes

Tipo de fundo: Fundo de ações

Vantagens

- Investidores com perfis semelhantes podem unir recursos para aumentar o poder de negociação

- Expectativa de rentabilidade elevada

- Possibilidade de diversificar o investimento em cotas ações de mais de uma empresa

- Não requer tanto estudo e atualização (acompanhamento de mercado) como na aplicação direta em ações

Desvantagens

- Paga-se 15% de Imposto de Renda sobre o lucro obtido e não há limite de isenção

= Paga-se taxa de administração e, eventualmente, taxa de performance, taxa de ingresso e taxa de saída. Há também despesas com corretagem, custódia, liquidação financeira de operações e de auditoria

- Investimento de alto risco, entre eles a variação do preço dos títulos – a oscilação pode tanto beneficiar como prejudicar o investidor

- Falta de autonomia na hora de decisão sobre o quê e como investir

- Crédito do resgate se dá, geralmente, após quatro dias de sua solicitação

Imóveis

Uma outra opção clássica de investimento é a compra de imóveis para revenda ou aluguel. Nesta modalidade, o investidor compra um prédio ou casa, residencial ou comercial, novo ou usado, para tentar obter lucro em vendas para terceiros ou gerar renda com aluguel.

Ao decidir investir em imóveis lembre-se de pesquisar preços, localidade e saúde financeira da construtora. E uma dica prática: se o imóvel é para investimento não leve em consideração características que você procuraria se estivesse procurando um local para morar ou trabalhar, como por exemplo escolha do andar do apartamento ou distância entre casa e trabalho.

Lembre-se também que a reforma geral de um imóvel para investimento só deve ser considerada para obter mais lucro no futuro.

Vantagens

- Como não é um bem de consumo, os imóveis tendem a não se desvalorizar com o passar do tempo. Nos últimos anos, com o crescimento do País, da construção civil e do setor imobiliário, os casas e prédios têm conquistado grande valorização, principalmente nas grandes cidades.

- Geralmente os contratos de locação são de longo prazo, o que garante segurança para seu proprietário

- Realizar melhorias no imóvel é opção para o investidor

- Contrato com direitos e deveres de proprietários e inquilinos impedem abusos dos dois lados

Desvantagens

- É preciso uma boa quantidade de dinheiro para comprar um imóvel – à vista ou financiado

- Custos extras com documentação, corretores (quando o proprietário optar) e pagamento de impostos na hora de vender ou alugar

- Geralmente de baixa liquidez

- Imóvel não alugado ou que ainda não foi vendido têm custo de manutenção mensal com IPTU e condomínio (quando for o caso)

- Maus inquilinos podem não manter o imóvel de maneira adequada ou não honrar com os compromissos

- Não é um investimento completamente sem riscos: a construtora pode quebrar, o poder público pode vetar construções que não respeitem alguma lei (ambiental por exemplo) e o investidor acaba com uma dor de cabeça a mais

Previdência Privada

Tipo de investimento de longo prazo oferecido por bancos e seguradoras que em sua gênese visa o complemento de renda à aposentadoria. É uma renda extra para quem quer manter nível de vida quando deixar de receber salário formal.

Apesar disso, os resgates podem ser feitos antes de prazo final acordado. Os prazos mínimos para o recebimento de parte ou do total do plano variam de instituição para instituição, mas geralmente podem ser realizados após os primeiros dois meses.

A previdência privada conta com dois períodos: o de contribuição e o do recebimento do benefício. No momento em que se contrata o seguro, determina-se a idade que se quer dispor do dinheiro investido. Quando se atinge essa idade é possível escolher pelo resgate total, transformá-lo em renda mensal ou ainda deixar acumulando ainda mais.

Os planos de previdência privada são divididos em PGBL (Plano de Gerador de Benefício Líquido) e VBGL (Vida Gerador de Benefício Líquido). A diferença básica é a tributação. O VGBL tem a incidência de Imposto de Renda, retido na fonte, em 15% sobre os rendimentos obtidos e é proporcional ao valor que é retirado. Além disso, o VGBL não traz o benefício de restituição no IR, por isso é mais indicado para quem não faz a declaração completa do tributo.

Já o PGBL permite a dedução no IR limitado a 12% do total dos rendimentos tributáveis do contribuinte. Além disso, na hora de resgatar o dinheiro investido, a incidência de 15% do Imposto de Renda é sobre o saldo total, em outras palavras, o que foi investido mais os rendimentos.

Vantagens

- Dedução no IR (de 12% da renda anual) no caso dos planos PGBL

- No caso dos planos VGBL, a tributação do IR se dá apenas no rendimento deste plano e não no montante aplicado, como ocorre no PGBL

- Poupança “forçada” para a aposentadoria do investidor

- É possível resgatar o investimento antes de seu prazo final

- Opção de, ao término do período de pagamento, resgatar todo o investimento feito ou então mensalmente

- Investimento é garantido pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda, responsável pelo controle e fiscalização dos mercados de seguro e previdência privada. Caso a empresa decrete falência, os investimentos feitos nela podem passar para outra instituição, o que diminui um pouco os riscos desta atividade.

- É possível migrar o plano de previdência para outra empresa, desde que seja a mesma categoria

- Beneficiário do plano não precisa ser necessariamente o investidor
Desvantagens

- Na hora do resgate de planos PGBL, o imposto pago é sobre o total investido

- É cobrada taxa de administração, além de carregamento (aporte de recurso) ou saída (resgate) dependendo da instituição em que o seguro foi contratado. Isso deve ser levado em consideração para saber se vale a pena o investimento frente aos rendimentos desta aplicação

Câmbio

Existem três formas de se investir em câmbio. A primeira dela são os fundos cambiais. A rentabilidade deste tipo vem da variação cambial do dólar. Só não exatamente igual a esta variação por conta dos descontos de taxa administrativa, Imposto de Renda e IOF, quando o resgate for feito antes de 30 dias.

A segunda é por meio de minicontratos de mercado futuro, atrelados AA variação do dólar. O terceiro e mais arriscado modo é o Forex ( sigla em inglês para câmbio estrangeiro), que a grosso modo é um jogo de câmbio entre várias moedas do mundo (e não apenas na relação Real x Dólar, como nos outros casos).

Em um passado não muito distante, uma das opções de se investir em câmbio era a compra física da moeda. O cidadão aproveitava a baixa de uma moeda e a comprava para revendê-la quando voltasse a alta. Hoje em dia, as taxas das casas de câmbio, a economia estável e o Real fortalecido fizeram com que a prática caísse em desuso.

Vantagens

- Possibilidade de altos rendimentos

- Investimento dinâmico e, por isso, de curto prazo

Desvantagens

- Investimento de alto risco. Lembre-se, quando uma ponta do negócio está ganhando muito, provavelmente a outra está perdendo

- Está sujeito à variação do câmbio

- Incidência de Imposto de Renda e IOF

- É preciso estar atualizado frente às políticas cambiais dos países e entender sobre economia e mercados

Quer saber mais sobre investimentos? Acesse:
Banco Central
Comissão de Valores Monetários

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