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Economia e Emprego

Nos EUA, Dilma Rousseff afirma que o Brasil repudia o protecionismo cambial

por Portal Brasil publicado: 10/04/2012 15h28 última modificação: 28/07/2014 16h46

Ao discursar no encerramento do Seminário Brasil-EUA: Parcerias para o Século XXI, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que o Brasil repudia todas as formas de protecionismo, especialmente o protecionismo cambial. Segundo ela, a fragilidade da economia mundial não pode servir de pretexto para que países desenvolvidos apliquem políticas monetárias expansionistas.

“Queremos reiterar que o Brasil repudia todas as formas de protecionismo, inclusive essa que se configura como sendo uma espécie de protecionismo cambial. Nós acreditamos, portanto, que a fragilidade da economia mundial não pode converter-se em pretexto para que a gente reedite o que aconteceu no século passado, na década de 30, com trágicas conseqüências.”

Em seu discurso, Dilma voltou a abordar a crise econômica internacional e disse que a solução para o problema não passa pela aplicação de políticas recessivas. Para a presidenta, nenhum país ou região está imune às turbulências que afetam a economia e as finanças internacionais.

“Eu tenho convicção de que a saída para a crise não está em políticas recessivas nem na supressão de conquistas sociais (…) Só políticas monetárias não contribuem para a retomada do crescimento”, disse.

A presidenta afirmou que as políticas monetárias expansionistas adotadas pelos países desenvolvidos são nocivas para os países emergentes, que segundo ela, são hoje o motor do crescimento econômico internacional.

No discurso, Dilma afirmou que a desvalorização das moedas feita artificialmente pelos países desenvolvidos cria uma situação de competição adversa e provoca a queda na taxa de investimento e no crescimento das economias emergentes. A presidenta defendeu que se busque no âmbito do G-20 soluções sustentáveis e eficazes para a crise.

 

Fonte:
Blog do Planalto

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