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Economia e Emprego

Vendas no varejo crescem 0,2% em março, diz IBGE

por Portal Brasil publicado: 17/05/2012 15h27 última modificação: 28/07/2014 16h44

O comércio varejista do País registrou crescimento de 0,2% no volume de vendas e 0,3% na receita nominal em março, em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal. Tanto para o volume como para a receita de vendas, tais resultados se apresentam superiores às taxas do mês anterior. Os dados foram divulgados, nesta quinta-feira (17), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nas demais comparações, obtidas das séries originais (sem ajuste), o varejo nacional obteve, em termos de volume de vendas, acréscimos de 12,5% sobre março do ano anterior, 10,3% no acumulado do trimestre e 7,5% no acumulado dos últimos 12 meses. Para os mesmos indicadores, a receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 15,4%, 13,9% e de 12,1%, respectivamente.

Em março, seis das dez atividades pesquisadas obtiveram resultados negativos para o volume de vendas com ajuste sazonal (indicador mês/mês). Os resultados foram: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (2,3%); Móveis e eletrodomésticos (1,2%); Tecidos, vestuário e calçados (0,8%); Material de construção (0,3%); Combustíveis e lubrificantes (-0,3%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,6%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,6%); Veículos e motos, partes e peças (-1,4%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-6,9%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (–7,1%).

Já na relação de março deste ano com março de 2011 (série sem ajuste), todas as atividades do varejo obtiveram resultados positivos no volume de vendas. Por ordem de importância no resultado global, as variações foram as seguintes: 12,2% para Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; 21,2% para Móveis e eletrodomésticos; 14,1% para Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; 30,5% para Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; 9,8% em Outros artigos de uso pessoal e doméstico; 5,0% para Combustíveis e lubrificantes; 4,1% para Tecidos, vestuário e calçados; e 4,4% em Livros, jornais, revistas e papelaria.

Varejo ampliado

O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e mais as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, registrou variação de 0,6% em relação ao mês anterior (com ajuste sazonal), tanto para o volume de vendas quanto para a receita nominal. Comparado com o mesmo mês do ano anterior (sem ajuste sazonal), as variações foram de 10,2% para o volume de vendas e de 12,0% para a receita nominal. Nos acumulados do ano e dos últimos 12 meses o setor apresentou taxas de variação de 7,3% e 6,7% para o volume e 9,4% e 9,2% para a receita nominal de vendas, respectivamente.

No que tange ao volume de vendas, a atividade de veículos, motos, partes e peças registrou variação de -1,4% em relação a fevereiro, sendo o terceiro resultado negativo do ano. Comparando com março do ano anterior, a variação foi de 5,4%. Em termos de acumulados, as variações foram de 1,0% no trimestre e 4,8% nos últimos 12 meses.

Estados

Todas as 27 unidades da Federação apresentaram resultados positivos na comparação com março de 2011 em relação ao volume de vendas. Os destaques foram: Roraima (24,8%); Tocantins (22,4%); Amapá (21,9%); Mato Grosso do Sul (19,1%) e Paraná (18,3%). Quanto à participação na composição da taxa do comércio varejista, sobressaíram-se, pela ordem: São Paulo (12,9%); Minas Gerais (12,9%); Rio Grande do Sul (16,6%); Paraná (18,3%) e Rio de Janeiro (8,3%).

Já em relação ao varejo ampliado, apenas o Espírito Santo apresentou resultado negativo, com variação de -1,9%. As maiores taxas de desempenho no volume de vendas foram verificadas em Tocantins (21,7%); Paraíba (19,0%); Minas Gerais (14,7%); Pernambuco (14,5%) e Pará (14,3%). Em termos de impacto no resultado global do setor, os destaques foram os estados de São Paulo (12,0%); Minas Gerais (14,7%); Rio de Janeiro (7,8%); Paraná (11,2%) e Rio Grande do Sul (9,5%).

Os resultados com ajuste sazonal, para o volume de vendas, apontam 16 estados com resultados positivos na comparação de março com o mês anterior. As maiores variações foram: Acre (3,7%); Espírito Santo (2,1%); Pará (1,6%); Amazonas (1,5%) e Rio Grande do Sul (1,3%).

 

Fonte:

IBGE

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