Economia e Emprego
Agricultores conhecem cadeia produtiva de biodiesel
Agricultura
Em um dia de campo, 60 agricultores familiares do Rio Grande do Sul viram de perto como é feito o processamento da matéria-prima produzida por eles. Nesta terça-feira (26), a unidade industrial da empresa Bianchini, em Canoas (RS), abriu as portas de seu complexo industrial para agricultores e agricultoras familiares conhecerem os padrões e formas de controle de qualidade da soja.
A visita mostrou como boas práticas agrícolas podem refletir na qualidade da soja e de seus derivados, bem como a qualidade do produto se relaciona com o preço pago ao agricultor.
Para conhecer todas as etapas do processamento – recepção do grão, esmagamento, produção de biodiesel e armazenamento –, além dos laboratórios de controle de qualidade, os agricultores fizeram uma visita guiada por técnicos da empresa.
O evento contou com a presença de representações sindicais dos municípios e de membros da Coordenação de Biocombustíveis do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul. A atividade é parte das ações da empresa para o fortalecimento da agricultura familiar no estado, conforme critérios do Selo Combustível Social.
A empresa possui contratos com cooperativas da agricultura familiar e com agricultores individuais. Na safra atual, envolve direta e indiretamente quase 40 mil agricultores. Somente em 2013, aportou cerca de R$ 150 milhões em aquisições da agricultura familiar.
A empresa de comercialização e esmagamento de grãos obteve a certificação do MDA, em novembro de 2012. Com 53 anos de experiência e esmagamento médio anual de 1,5 milhões toneladas de soja, a unidade industrial situada em Canoas está entre as cinco maiores empresas brasileiras do setor, com capacidade anual de produzir 324 milhões de litros de biodiesel.
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