Economia e Emprego
Manoel Dias apresenta a política de emprego brasileira
Intercâmbio
Os países participantes do G-20 iniciaram, na última segunda-feira (18), o seminário “Consistência entre Macroeconomia e Temas Laborais”, em Buenos Aires, Argentina. O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, participa do evento mostrando a experiência brasileira na formulação de políticas públicas de emprego e renda.
O primeiro ciclo de debates teve como tema os mecanismos para aumento de empregos nas nações do G-20. Na opinião dos debatedores do painel, houve muitos avanços em alguns setores da economia, mas foram unânimes em dizer que ainda há estagnação no desenvolvimento de algumas nações.
Para o diretor executivo da ECLAC, o brasileiro Antonio Prado, países da América Latina e Caribe tiveram boa evolução na distribuição de renda de suas populações na última década, porém a estrutura produtiva não evoluiu. “Isso fragiliza o crescimento e ainda provoca um déficit na conta corrente desses países”, alertou.
Para os estudiosos presentes ao seminário, 80% dos empregos no mundo são gerados por médios e pequenos empresários. Por isso, segundo eles, o combate à informalidade deve ser uma prioridade, já que ela provoca uma perda na qualificação profissional e, consequentemente, a evolução do trabalho decente.
Mark Keese, diretor da OCDE, chamou a atenção para uma geração de mercados de trabalho inclusivos. Ele apresentou dados de desigualdade em fatores como escolaridade, salário e gênero que contribuem para uma desaceleração no trabalho decente.
Relatório produzido pelo G-20 mostra que o desemprego mundial atingiu 55,7% e que a geração de empregos formais foi mais forte em países em desenvolvimento do que em desenvolvidos.
Dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) destacaram a política de aumento de salário mínimo para redução da pobreza, medida adotada por países como o Brasil e Argentina.
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