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Economia e Emprego

Governo Central economiza R$ 13,048 bilhões no 1º trimestre

CONTAS PÚBLICAS

Superávit primário de março é de R$ 3,173 bilhões, resultado bem acima do registrado em igual mês de 2013, quando economia foi de R$ 291,4 milhões
publicado: 30/04/2014 13h34 última modificação: 30/07/2014 02h11

O Governo Central, que abrange o Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, alcançou um superávit primário de R$ 3,173 bilhões em março, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (30), pelo secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin. Com isso, a economia acumulada pelo governo no primeiro trimestre soma R$ 13,048 bilhões.

O resultado de março supera o registrado em igual mês de 2013, quando o superávit foi de R$ 291,4 milhões. Para Augustin, o superávit de março está em linha com o cumprimento da meta do quadrimestre. "Em abril nós teremos um primário de dois dígitos e será um dos melhores da série", estimou.

O Tesouro Nacional contribuiu com um superávit de R$ 7,737 bilhões em março, enquanto a Previdência um resultado negativo de R$ 4,529 bilhões e o Banco Central registrou déficit de R$ 34,1 milhões no mês passado.

O valor acumulado neste ano já equivale a 1,08% do Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma de todas as riquezas produzidas no País (bens e serviços). Essa economia também corresponde a 44% da meta que o Governo Central pretende alcançar no primeiro quadrimestre de 2014, que é de R$ 28 bilhões.

Ainda de acordo com os da STN, o investimento total cresceu de janeiro a março 21,5%. Em termos nominais, foram investidos R$ 20,4 bilhões, contra R$ 16,8 bilhões no mesmo período do ano passado.

O superávit primário é a economia que o governo faz para pagar os juros da dívida pública e reduzir seu endividamento médio e no longo prazo. A meta do Governo Central é economizar R$ 80,8 bilhões, o equivalente a 1,55% do PIB.

Estados e municípios, que entram nas contas do setor público, deverão fazer uma economia de R$ 18,2 bilhões, ou 0,35% do PIB. No total, o superávit primário de todo o setor público deverá somar R$ 91,306 bilhões neste ano, ou 1,9% do PIB, de acordo com a meta estabelecida pelo governo federal, prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Estatais

Em março, as estatais recolheram R$ 2,998 bilhões ao Tesouro Nacional, valor 3,7% maior do que o registrado em fevereiro (R$ 2,892 bilhões), o que beneficiou o superávit do mês.

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) apresentou o melhor resultado (R$ 1,898 bilhão), seguido da Caixa Econômica Federal (642 milhões). O resultado é melhor do que o de março do ano passado, quando o Tesouro recolheu R$ 767,3 milhões das estatais.

As receitas do Governo Central cresceram 11,8% no período e as despesas avançaram 15,1%. Ao comentar o resultado fiscal, Arno Augustin reafirmou que as despesas do governo são descentralizadas em suas mais de 17 mil unidades gestoras. “Por isso, é importante ressaltar que o Tesouro não centraliza e nem faz análises de despesas. Elas são feita pelos órgãos”, frisou.

Ele enfatizou ainda que o pagamento das despesas discricionárias segue uma sistemática alinhada com o decreto de programação orçamentária, divulgado no início de cada ano. O Decreto nº 8.197 de 2014 previa a realização de despesas, de janeiro a abril, de R$ 87,7 bilhões. Até terça-feira (29), já haviam sidos feitos 99,8% dos pagamentos programados.

“Quero com isso mostrar que o governo federal cumpre rigorosamente o que é estipulado em sua programação orçamentária. Não há represamento”, afirmou Arno Augustin.

Fonte: Portal Brasil com informações do Tesouro Nacional

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