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Economia e Emprego

Índice Nacional da Construção Civil varia 0,62% em Março

IBGE

Total acumulado de janeiro a março foi de 1,52%, enquanto em igual período de 2013 havia ficado em 1,10%
por Portal Brasil publicado: 09/04/2014 11h23 última modificação: 30/07/2014 02h10

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo IBGE em parceria com a Caixa Econômica Federal, apresentou variação de 0,62% em Março, ficando 0,18 ponto percentual acima da taxa de Fevereiro (0,44%).

O índice acumulado de janeiro a março foi de 1,52%, enquanto em igual período de 2013 havia ficado em 1,10%. O acumulado nos últimos doze meses situou-se em 0,94%, abaixo dos 0,51% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em março de 2013 o índice fora de 0,18%. A publicação completa com as informações sobre o Sinapi pode ser acessada na página do IBGE na internet.

Estes resultados acumulados levam em conta a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor da construção civil prevista na lei 12.844, sancionada em 19 de julho de 2013.

Quando não considerada a desoneração da folha de pagamento o acumulado no ano ficou em 1,45% e nos últimos doze meses em 7,84%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em fevereiro fechou em R$ 867,83, em março passou para R$ 873,20, sendo R$ 485,63 relativos aos materiais e R$ 387,57 à mão de obra.

Sem considerar a desoneração da folha de pagamento, o custo nacional da construção, por metro quadrado, fechou março em R$ 932,81, sendo R$ 485,89 relativos aos materiais e R$ 446,92 à mão de obra.

A parcela dos materiais apresentou variação de 1,09%, subindo 0,38 pontos percentuais em relação ao mês anterior (0,71%), e a mão de obra registrou variação de 0,03%, caindo 0,08 pontos percentuais em relação a fevereiro (0,11%).

Nos três primeiros meses do ano os acumulados são 2,43% (materiais) e 0,41% (mão de obra), enquanto em doze meses ficaram em 6,13% (materiais) e -4,87% (mão de obra).

Da mesma forma, estes resultados levam em conta a desoneração da folha de pagamento. Não considerando a desoneração da folha de pagamento os acumulados em doze meses foram: 6,18% (materiais) e 9,69% (mão de obra).

Região Sudeste apresenta maior variação em março

Com variações de 0,63% (Minas Gerais), 1,13% (Espírito Santo), 1,14% (Rio de Janeiro) e 0,68% (São Paulo), a Região Sudeste, com taxa de 0,78%, foi a região com maior variação mensal em março. Os demais resultados foram: 0,54% (Norte), 0,58% (Nordeste), 0,50% (Sul) e 0,32% (Centro-Oeste).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 889,51 (Norte); R$ 818,23 (Nordeste), R$ 910,77 (Sudeste); R$ 883,09 (Sul) e R$ 876,60 (Centro-Oeste).

A Região Sudeste também ficou com a maior variação nos últimos doze meses, atingindo 1,06%. No ano, porém, a região Norte apresentou a maior taxa acumulada, com 2,12%.

Os resultados aqui divulgados são calculados mensalmente pelo IBGE através de parceria com a Caixa Econômica Federal, a partir do SINAPI – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil.

Criado em 1969, o SINAPI tem como objetivo a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando a elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos.

Fonte:
IBGE 

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