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Mercado vê crescimento maior da economia neste ano, revela pesquisa Focus

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Projeção para expansão do PIB, que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no País, subiu de 1,63% para 1,65%
publicado: 14/04/2014 13h46 última modificação: 30/07/2014 02h10

O mercado aumentou a previsão para o crescimento da economia brasileira em 2014, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no País, subiu de 1,63% para 1,65%, para este ano. Para 2015, a taxa foi mantida em 2%, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (14).

Os analistas e investidores consultados pelo BC mantiveram em 34,80% a previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2014. Há quatro semanas, estava em 34,60%. Para 2015, a previsão continua em 35,00% há 17 semanas. 

A estimativa para a taxa de câmbio ao final do ano ficou estável, em R$ 2,45. Para e 2015, a projeção caiu de R$ 2,55 para R$ 2,53. Já a perspectiva de crescimento da indústria em 2014 foi reduzida de 1,50% para 0,70%. E em 2015, de 3,00% para 2,95%. 

A previsão para a taxa de juros básica da economia, a Selic, se manteve em 11,25% ao ano no fim de 2014. Para 2015, a mediana também segue em 12,00% ao ano. A projeção para a Selic média em 2014 ficou estável em 11,06%. Para 2015, passou de 11,92% para 12,01%. Atualmente, a taxa básica de juros está em 11,00% ao ano, desde a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em abril. 

Inflação 

A expectativa do mercado é que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do País, feche 2014 em 6,47%, próximo do teto da meta, que é 6,50%. Na semana passada a projeção era 6,35%. Para 2015, a estimativa também subiu, de 5,84% para 6%.A meta de inflação tem como centro 4,5% e margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 

Os economistas também elevaram a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que mede a inflação em São Paulo, que deve fechar o ano em 6,19% e 2015, em 5%. Para 2015, a projeção ficou estável em 5,00%, mesmo valor de seis semanas atrás. 

Para o (IGP-M), usado para corrigir contratos de aluguel, a estimativa subiu de 7,17% para 7,20%, em 2014. A estimativa para o IGP-DI passou de 7,03% para 7,28%, este ano. Para 2015, a projeção para os dois índices é 5,50%. Há quatro semanas, o mercado previa altas de 6,59% para o IGP-DI e de 6,50% para o IGP-M em 2014. Para 2015, a projeção para o IGP-DI está em 5,50% há 20 semanas. 

Segundo o Focus, subiu de 4,45% para 4,60% a expectativa de inflação dos preços administrados (tarifas públicas) para 2014. Para 2015, a projeção também subiu, de 5,50% para 5,90%. Há quatro semanas estavam em 4,50% e 5,35%, respectivamente. 

Fonte: Portal Brasil com informações do Banco Central

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