Economia e Emprego
Vacinação contra febre aftosa começa nesta quinta-feira (1)
Doença animal
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) dará início à primeira etapa da campanha de vacinação contra febre aftosa do rebanho de bovinos e bubalinos de 21 estados brasileiros.
Ação começa nesta quinta-feira (1), por meio das Superintendências Federais de Agricultura (SFA). Confira os procedimentos corretos para a imunização do rebanho e o calendário de vacinação.
Segundo o responsável pela Coordenação de Febre Aftosa (CFA) do Mapa, Plínio Lopes, a meta é que aproximadamente 166 milhões de cabeças sejam vacinadas nesta nova etapa.
“A campanha é fundamental para manter as zonas livres com vacinação e prevenir a reintrodução da doença no território nacional”, acrescenta o coordenador.
A vacinação de todo o rebanho de bovinos e bubalinos vai até o dia 30 de maio e será feita nos estados do Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins.
Já a imunização em animais com idade até 24 meses está prevista nos estados do Acre (exceto os municípios da fronteira com a Bolívia que vacinam todos os animais), Espírito Santo, Mato Grosso, Paraná e São Paulo.
No Mato Grosso do Sul, a imunização na fronteira iniciou em abril e parte das propriedades devem vacinar todo o seu rebanho até o dia 15 de junho. Já o estado de Santa Catarina não está inserido no calendário por ser zona livre de aftosa sem vacinação.
O produtor deve apresentar a relação dos animais vacinados e a nota fiscal da vacina nos escritórios do serviço veterinário oficial, que têm o prazo de 30 dias para encaminhar ao Ministério o relatório das atividades da campanha de vacinação contra a doença.
A febre aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa, que afeta animais de casco fendido, como bois, búfalos, cabras, ovelhas e porcos. A enfermidade é transmitida principalmente pelo contato entre animais doentes e sadios.
O vírus também pode ser transportado pela água, ar, alimentos, pássaros e pessoas (mãos, roupas e calçados) que entraram em contato com os animais doentes.
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