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Economia e Emprego

Dinheiro em espécie ainda é a principal forma de pagamento

Pesquisa

Banco Central realizou uma pesquisa para detalhar os hábitos dos cidadãos e comerciantes brasileiros em relação ao uso do dinheiro
por Portal Brasil publicado: 02/07/2014 17h07 última modificação: 02/07/2014 17h19

O Banco Central do Brasil realizou uma pesquisa em todo o Brasil para detalhar os hábitos dos cidadãos e comerciantes brasileiros em relação ao uso do dinheiro.

O levantamento aponta características permanentes na população apesar do desenvolvimento, e aumento na utilização, de novos meios de pagamento.

Por exemplo, a população ainda utiliza bastante o dinheiro em espécie para realizar pagamentos de até R$ 50,00, mas a partir desse valor, o uso de cartões de débito e crédito é superior.

A utilização do dinheiro em espécie também possui alguns nichos específicos, por exemplo: padarias, restaurantes e lanchonetes; pagamentos de aluguel e condomínio; compra de combustível e educação.

De acordo com o Banco Central, “o uso de dinheiro é menos frequente nas compras realizadas em super/hipermercados e na aquisição de eletrodomésticos, roupas e calçados. Para estes produtos o cartão de crédito ou débito estão mais presentes, especialmente nas classes AB".

Para os comerciantes, o uso do dinheiro em espécie caiu de 67% (2010) para 57% (2013). Por outro lado, a utilização de cartões de crédito aumentou consideravelmente. Em 2010, 22% dos entrevistados afirmou utilizar a modalidade de pagamento; em 2013, esse total foi de 35%.

Valores mais utilizados

A pesquisa também aponta que o brasileiro carrega, em média, valores entre R$ 50,00 e R$ 100,00. Por outro lado, a população afirma sentir falta de cédulas de 2, 5 e 10 reais para realizar pagamentos em espécie.

Em relação ao uso das moedas, 39% dos brasileiros carrega entre R$ 2,00 e R$ 3,00. No momento de realizar um pagamento, 52% dos entrevistados afirma sentir falta de moedas de R$ 1,00 e R$ 0,50 para realizar pagamentos e 69% as utilizam para facilitar o troco. Para os comerciantes, as moedas de R$1,00 e R$0,50 são as que mais fazem falta no momento do troco.

Segundo o BC, "as notas de menor valor (R$2,00, R$5,00 e R$10,00) são as que mais fazem falta no momento do troco". Além disso, em 2013, as menções referentes à falta de cédulas R$ 10,00 aumentou de 28% em 2010 para 60% em 2013.

De acordo com os dados apresentados na pesquisa, a maioria dos comerciantes obtém esse troco em estabelecimentos vizinhos, com amigos em estabelecimentos próximos.

Autenticidade das cédulas

Sobre a autenticidade das cédulas, 47% dos entrevistados se lembra de ter visto alguma informação sobre o assunto. Desse total, 38% se referiu à televisão como meio difusor dessa informação.

Entre os comerciantes, 58% afirmou ter visto material sobre o assunto. Em relação a esse montante, 42% afirmou ter visto o assunto na televisão e 30% por meio de cartazes.

Ainda sobre a autenticidade das células, de acordo com o BC, em 2013 houve uma redução no percentual – de 33% em 2010 para 28% em 2013 - de pessoas que declararam já ter recebido uma nota falsa e 95% dos entrevistados consideram crime a utilização de notas falsas. Segundo a instituição financeira, os valores de R$50,00 e R$10,00 continuam sendo os mais frequentes.

Fonte:
Portal Brasil, com informações Banco Central do Brasil

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