Economia e Emprego
Banco Central aprimora Ranking das Instituições Financeiras
Controle
A partir de agora, o Ranking das Instituições por Índice de Reclamações terá nova visualização, mais funcionalidades e também vai contabilizar as financeiras, informou, nesta quarta-feira (27), o Banco Central (BC).
Com as mudanças, os interessados poderão acessar o ranking e obter mais detalhes sobre as reclamações ao passar o cursor do mouse sobre o nome da irregularidade.
Além disso, será possível simular outros rankings, com critérios diferentes do usado pelo Banco Central. Ainda sobre as listagens, em julho, a divisão passou a ser feita entre as instituições com mais de dois milhões de clientes e com menos de dois milhões. Antes, a divisão era feita com um milhão de clientes.
O BC também ampliou a base de clientes de cada instituição financeira. Até junho, apenas os clientes que faziam operações de depósito cobertas pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) eram contabilizados.
Com a modificação, outras operações de depósito foram incluídas e os clientes que tomam crédito, mas não necessariamente têm conta ou investimento no banco, também passaram a compor a base de clientes.
Ranking das Instituições por Índice de Reclamações
O Ranking das Instituições por Índice de Reclamações é formado a partir das reclamações do público registradas no BC. A lista é elaborada com base na quantidade de reclamações processadas, analisadas e encerradas pelo BC em cada período de referência.
Apenas as reclamações sobre assuntos regulados pelo BC e que têm indícios de procedência são contabilizadas no ranking que fica disponível na internet.
O número dessas reclamações é dividido pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicado por um milhão, o que gera o índice utilizado para listar as instituições mais reclamadas.
Dessa forma, o índice divulgado representa o número de reclamações de cada instituição financeira para cada grupo de um milhão de clientes.
O BC divide o ranking em dois, de acordo com o tamanho das instituições. Até junho, as instituições estavam divididas entre as que tinham mais de 1 milhão de clientes e as que tinham menos.
Fonte:
Banco Central
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