Economia e Emprego
Mercado reduz a 6,26% previsão de inflação oficial em 2014, revela pesquisa do Banco Central
BOLETIM FOCUS
Os economistas e investidores do mercado financeiro baixaram suas expectativas para a inflação oficial neste ano, depois que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou resultado próximo de zero em julho. A previsão agora caiu de 6,39% para 6,26%, bem abaixo do teto da meta fixada para o ano, que é de 6,5%.
Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (11), no boletim semanal Focus, elaborado pelo Banco Central a partir consulta realizada junto a mais de 100 instituições financeiras do País. Para 2015, houve ajuste de 6,24% para 6,25%.
Para os economistas, a taxa básica de juros, a Selic , que é fixada pelo Banco Central para balizar o mercado, deve permanecer no patamar atual até o fim de 2014. Atualmente a Selic está em 11% ao ano. Para 2015, as instituições financeiras esperam uma elevação da taxa a 12% ao ano.
Outros indicadores
A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) passou de 5,49% para 5,39% neste ano e de 4,97% para 5,08%, em 2015.
A previsão para o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), foi ajustada de 4,4% para 4,05% neste ano e de 5,61% para 5,60% em 2015. A projeção para o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), também da FGV, passou de 4,33% para 3,98% neste ano, e de 5,53% para 5,50%, em 2015
Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (11), no boletim semanal Focus, elaborado pelo Banco Central a partir consulta realizada junto a mais de 100 instituições financeiras do País. Para 2015, houve ajuste de 6,24% para 6,25%.
Para os economistas, a taxa básica de juros, a Selic , que é fixada pelo Banco Central para balizar o mercado, deve permanecer no patamar atual até o fim de 2014. Atualmente a Selic está em 11% ao ano. Para 2015, as instituições financeiras esperam uma elevação da taxa a 12% ao ano.
Outros indicadores
A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) passou de 5,49% para 5,39% neste ano e de 4,97% para 5,08%, em 2015.
A previsão para o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), foi ajustada de 4,4% para 4,05% neste ano e de 5,61% para 5,60% em 2015. A projeção para o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), também da FGV, passou de 4,33% para 3,98% neste ano, e de 5,53% para 5,50%, em 2015
Crescimento
O mercado voltou a reduzir a projeção de avanço da economia brasileira neste ano, de 0,86% para 0,81% na última semana. Para 2015, a previsão para a expansão do PIB recuou de 1,50% para 1,20%..
As previsões para a produção industrial foram mantidas tanto para 2014 quanto o próximo ano, de queda de 1,53% e elevação de 1,70%, respectivamente.
A estimativa relativa à conta corrente recuou de um déficit de US$ 81,45 bilhões para US$ 81,20 bilhões neste ano. Para 2015, o resultado negativo previsto subiu de US$ 74,1 bilhões para US$ 75 bilhões.
Balança comercial, dólar e investimentos estrangeiros
A projeção do mercado para o superávit da balança comercial (total de exportações menos as importações) em 2014 permaneceu em US$ 2 bilhões. Para 2015, a previsão de superávit comercial avançou de US$ 8,5 bilhões para US$ 9 bilhões.
A estimativa para a taxa de câmbio no fim de 2014 ficou estável em R$ 2,35 por dólar. Para 2015, a previsão também segue em R$ 2,50 por dólar.
A previsão para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano (IED) ficou estável em US$ 60 bilhões e em US$ 55 bilhões em 2015.
Fonte: Portal Brasil com informações do Banco Central
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